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quinta-feira, 23 de janeiro de 2014

Exposição ao sol é capaz de reduzir pressão sanguínea, segundo estudo



Uma sessão de 30 minutos de sol tem a capacidade de reduzir de forma significativa a pressão sanguínea, de acordo com estudo britânico publicado na revista científica “The Journal of Investigative Dermatology”, do grupo Nature. O efeito ocorre graças à alteração dos níveis de óxido nítrico na pele e na corrente sanguínea provocada pelos raios UVA, que faz parte da radiação solar.

Já era conhecido que os níveis de pressão arterial e de doenças cardiovasculares observados na população variam de acordo com a latitude e com a estação do ano: a incidência de hipertensão é mais baixa no verão e em regiões mais próximas do Equador, o que revela um possível efeito benéfico do sol.

Cogitou-se anteriormente que a vitamina D, estimulada pelo sol, poderia ter relação com esse fenômeno. Mas estudos não conseguiram demonstrar que a suplementação com vitamina D seria capaz de reduzir a incidência de doenças cardiovasculares.

 A hipótese testada pelos cientistas, desta vez, é a de que o sol seria capaz de mobilizar o óxido nítrico presente na pele para a circulação, promovendo dessa forma a diminuição da pressão.

Para testá-la, os pesquisadores expuseram 24 voluntários saudáveis a uma irradiação de raios UVA que equivale a 30 minutos de exposição solar com camiseta de manga curta e bermuda.

Durante a sessão, e pelos 20 minutos seguintes após a irradiação, a pressão arterial média caiu significativamente. Também foi observada uma queda na pressão arterial diastólica (menor valor verificado durante a medida de pressão). Os resultados foram comparados com sessões de irradiação simulada, nos quais esses efeitos não foram observados.

A pesquisa concluiu, por meio de medidas e exames feitos nos voluntários durante e após a irradiação, que os raios UVA foram capazes de liberar para a circulação o óxido nítrico armazenado na pele, promovendo assim a redução da pressão arterial.

Os cientistas se certificaram de que os efeitos observados não tinham a ver com mudanças de temperatura, já que mantiveram temperaturas similares tanto no grupo exposto à irradiação verdadeira quanto à irradiação falsa.

De acordo com os autores, se esses efeitos forem confirmados e se for constatado que eles ocorrem de forma crônica, os resultados podem ter implicações significantes no aconselhamento em saúde pública e levar a mudanças na avaliação sobre riscos e benefícios da exposição ao sol.

Recomendações

Ainda é preciso empreender uma investigação mais profunda para discutir mudanças em relação às recomendações sobre exposição solar. De acordo com o Consenso Brasileiro de Fotoproteção, lançado no ano passado pela Sociedade Brasileira de Dermatologia (SBD), a exposição ao sol deve ser evitada das 10h às 15h e a população deve usar protetor solar com fator de proteção de, no mínimo, 30.

A exposição inadequada ao sol pode levar a queimaduras, elevação da temperatura da pele, envelhecimento precoce, câncer de pele melanoma e não melanoma, de acordo com a SBD.

G1

quinta-feira, 19 de dezembro de 2013

Nova cartilha aumenta limite da pressão arterial para 15 por 9



Uma nova cartilha publicada nesta quarta-feira no periódico The Journal of the American Medical Association (Jama) sugere que milhões de pessoas ao redor do mundo devem reduzir a quantidade de remédio para controlar a pressão alta.

Segundo as novas diretrizes, que levaram cinco anos para ser elaboradas, pessoas com mais de 60 anos podem atingir 15 como limite de pressão sistólica (máxima), antes de iniciar um tratamento para reduzi-la. O limite para a diastólica (mínima) permanece 9. Nos últimos trinta anos, médicos preconizam como saudável uma pressão arterial inferior a 14 por 9.

A pressão sistólica mede a força que o coração imprime sobre a parede das artérias. Já a diastólica calcula o momento em que o órgão relaxa e se enche de sangue.

A hipertensão é uma doença que pode causar ataque cardíaco, acidente vascular cerebral, insuficiência renal e morte, se não for tratada adequadamente. "Esse estudo se baseou em evidências para recomendar limites rigorosos de tratamento, metas e medicamentos para hipertensão em adultos", informa o artigo, elaborado por dezessete especialistas.

Segundo Paul James, coautor da cartilha e chefe do departamento de medicina familiar da Faculdade de Medicina Carver, da Universidade de Iowa, nos Estados Unidos, estudo clínicos mostraram que critérios mais rígidos não se revertiam em vantagens para os pacientes. "Nós realmente não pudemos ver benefícios em reduzir a pressão para menos de 15 em pessoas acima de 60 anos. Ficou muito claro que 15 era o melhor número", diz.

VEJA

segunda-feira, 12 de setembro de 2011

Batatas reduzem pressão arterial

Esqueça o estereótipo da batata de um alimento que faz engordar e do qual devemos fugir para mantermos uma dieta adequada. Cientistas descobriram que apenas uma porção do tubérculo por dia reduz a pressão arterial quase tanto como aveia, e o melhor: sem causar ganho de peso.

Mas não se empolgue muito. A pesquisa não foi feita com batatas fritas, que continuam gordurosas e uma vilã para nossa saúde, mas com batatas cozidas sem óleo em um forno de microondas. Embora os pesquisadores tenham utilizado batata roxa, eles acreditam que as demais variedades do tubérculo também têm efeitos similares.

A batata, mais do que qualquer outro vegetal, possui uma má e injusta reputação, que tem levado muitas pessoas preocupadas com a saúde a bani-la de sua dieta.

É o que explica Joe Vinson, pesquisador-chefe do estudo. Basta mencionar a batata e as pessoas logo pensam “engorda, tem muito carboidrato e calorias demais”. Na realidade, quando preparada sem fritura e servida sem manteiga, margarina ou afins, uma batata tem apenas 110 calorias e dezenas de fitoquímicos saudáveis e vitaminas. Os cientistas esperam que a pesquisa ajude a mudar essa imagem nutricional.

No novo estudo, 18 pacientes com sobrepeso ou obesidade e com pressão arterial elevada comeram de seis a oito batatas roxas (cada um do tamanho de uma bola de golfe) com pele duas vezes por dia durante um mês. Os cientistas então monitoraram a pressão do sangue dos pacientes, tanto sistólica (o número mais alto em uma leitura da pressão arterial como em “120/80″) e diastólica.

A pressão arterial diastólica caiu em média 4,3% e a pressão sistólica diminuiu 3,5%. Nenhum dos participantes do estudo apresentou ganho de peso.

Outros estudos já haviam identificado substâncias presentes na batata cujos efeitos no organismo são semelhantes aos princípios ativos dos medicamentos utilizados no tratamento da pressão alta. Alguns fitoquímicos das batatas que auxiliam na diminuição da pressão arterial também são encontrados, em menor quantidade, no brócolis, no espinafre e na couve de Bruxelas.

Infelizmente para os fãs de fast-food, as batatas fritas não apresentam a mesma benesse. As altas temperaturas de cozimento destroem a maioria das substâncias saudáveis da batata, deixando apenas amido, gordura e minerais. Cozinhar batatas no microondas, o caso das do experimento, parece ser a melhor maneira de preservar os nutrientes.

http://www.sciencedaily.com/releases/2011/08/110831205914.htm?utm_source=feedburner&utm_medium=feed&utm_campaign=Feed%3A+sciencedaily+%28ScienceDaily%3A+Latest+Science+News%29&utm_content=Google+Reader

http://hypescience.com/batatas-reduzem-pressao-arterial-em-pessoas-com-obesidade-e-pressao-alta/

sexta-feira, 15 de julho de 2011

Muito sal e pouco potássio: combinação fatal

Muitas pessoas já sabiam que consumir bastante sal faz mal para a saúde. Agora, pesquisadores americanos descobriram que comer muito sal e pouco potássio pode ser uma combinação fatal: aumenta o risco de morte prematura.
As descobertas são um contraponto a um estudo muito debatido divulgado recentemente que não encontrou nenhuma evidência de que fazer pequenos cortes na ingestão de sal diminui o risco de doenças cardíacas e morte prematura.
A maioria dos especialistas ainda acredita que sal faz mal para as pessoas. O principal argumento é que cortar a ingestão de sal pode reduzir a pressão arterial elevada, que aumenta o risco de ataques cardíacos e derrames.
O problema é que o consumo de sal tem aumentado desde 1970, com os americanos ingerindo cerca de duas vezes o limite diário recomendado.
O novo estudo é um dos melhores sobre os efeitos a longo prazo de comer muito sal. É inteiramente consistente com o que especialistas têm dito sobre a ingestão de sódio.
Os pesquisadores analisaram os efeitos da ingestão de sódio e potássio como parte de um estudo de 15 anos com mais de 12.000 pessoas. Até o final do período de estudo, 2.270 participantes tinham morrido; 825 dessas mortes foram por doenças do coração e 433 por coágulos sanguíneos e derrames.
Os resultados mostraram que pessoas que tiveram uma elevada ingestão de sal e uma baixa ingestão de potássio estavam em mais risco – 50% maior de morte por qualquer causa, e cerca de duas vezes mais risco de morte – ou um aumento de 200% – por ataque cardíaco.

Segundo os pesquisadores, os consumidores precisam aumentar os níveis de potássio em sua dieta, adicionando mais porções de frutas e verduras frescas, como espinafre, uva, cenoura, batata doce e leite e iogurte de baixo teor de gordura.
Também, cerca de 90% dos americanos consomem mais sódio do que é recomendado, o que impacta sua pressão arterial. A maioria desse sódio não está relacionada com o saleiro que você joga por cima da sua comida, mas está nos alimentos processados e de restaurante que nós compramos e pedimos. De fato, os consumidores, mesmo os mais motivados, não têm tanta escolha quanto seria ideal.
O potássio muitas vezes neutraliza os efeitos do sal na dieta. Este equilíbrio é afetado quando as pessoas comem alimentos altamente processados, que tendem a aumentar os níveis de sódio e diminuir o conteúdo de potássio.

Os cientistas explicam que, se o sódio aumenta a sua pressão arterial, o potássio a diminui. Se o sódio retém água, o potássio ajuda você a se livrar dela. Ou seja, em vez de focar apenas no sal, o ideal seria que os pesquisadores se concentrassem no equilíbrio entre potássio e sal.
A luta agora é para fazer as duas coisas: diminuir a ingestão de sódio e aumentar a ingestão de potássio da população.

http://hypescience.com/muito-sal-e-pouco-potassio-combinacao-fatal/

sexta-feira, 29 de abril de 2011

HIPERTENSÃO ARTERIAL ATINGE 23,3% DOS BRASILEIROS

Estudo do Ministério da Saúde mostra que a proporção aumenta com a idade, atingindo mais de 50% das pessoas com mais de 55 anos

Pesquisa do Ministério da Saúde mostra que a proporção de brasileiros diagnosticados com hipertensão arterial aumentou nos últimos cinco anos, passando de 21,6%, em 2006, para 23,3%, em 2010. Em relação ao ano passado, no entanto, o levantamento aponta recuo de 1,1 ponto percentual - em 2009, a proporção foi de 24,4%.

Os dados fazem parte da Vigilância de Fatores de Risco e Proteção para Doenças Crônicas por Inquérito Telefônico (Vigitel) e foram divulgados nesta terça-feira (26), Dia Nacional da Prevenção e Controle da Hipertensão Arterial. O Vigitel é realizado anualmente, desde 2006, pelo Ministério da Saúde, em parceria com o Núcleo de Pesquisa em Nutrição e Saúde da Universidade de São Paulo (NUPENS/USP). Em 2010, foram entrevistados 54.339 adultos, nas 26 capitais e no DF.

De acordo com a pesquisa, o diagnó stico de hipertensão é maior em mulheres (25,5%) do que em homens (20,7%). "Nos dois sexos, no entanto, o diagnóstico de hipertensão arterial se torna mais comum com a idade, alcançando cerca de 8% dos indivíduos entre os 18 e os 24 anos de idade e mais de 50% na faixa etária de 55 anos ou mais de idade", explica o Secretário de Vigilância em Saúde, Jarbas Barbosa.

O aumento se deve ao maior acesso da população ao diagnóstico na atenção primária de saúde. E as mulheres procuram mais o diagnóstico na atenção básica, daí uma prevalência mais significativa entre elas.

O estudo aponta que a associação inversa entre nível de escolaridade e diagnóstico é mais marcada na população feminina: enquanto 34,8% das mulheres com até oito anos de escolaridade referem diagnóstico de hipertensão arterial, a mesma condição é observada em apenas 13,5% das mulheres com doze ou mais anos de escolaridade.

A variação ent re as capitais é de 13,8%, em Palmas, a 29,2%, no Rio de Janeiro. Nos homens, as maiores frequências foram observadas no Distrito Federal (28,8%), Belo Horizonte (25,1%), e Recife (23,6%); e as menores, em Palmas (14,3%), Boa Vista (14,6%) e Manaus (15,3%).

Entre mulheres, os maiores percentuais foram no Rio de Janeiro (33,9%), Porto Alegre (29,5%) e João Pessoa (28,7%); e os menores, em Palmas (13,2%), Belém (17,4%) e Distrito Federal (18,1%).

TRATAMENTO - Atualmente, o Sistema Único de Saúde (SUS) oferece gratuitamente todas as classes de medicamentos necessários para o controle da hipertensão arterial. O programa Aqui Tem Farmácia Popular também ampliou a gratuidade de medicamentos para hipertensos. Hoje, são mais de 15 mil farmácias e drogarias conveniadas ao programa.

Além disso, os serviços de saúde e as equipes de Saúde da Família (o Brasil conta atualmente com 31.974 equipes) estão orientados e capacitados para atuar na prevenção da hipertensão.

Essas equipes utilizam um nonograma (instrumento de medida), que facilita e agiliza a identificação da classificação de risco dos pacientes portadores de hipertensão arterial. Uma vez identificado o grau do risco, a equipe básica pode fazer o atendimento e encaminhamento adequado do paciente.

AÇÕES - O governo federal vem investindo nas ações de promoção da saúde, para prevenção e controle da hipertensão. No último dia 7 de abril, o Ministério da Saúde e as associações que representam os produtores de alimentos processados firmaram termo de compromisso para reduzir o sal nos alimentos industrializados. O acordo estabelece um plano de redução gradual na quantidade de sódio presente em 16 categorias de alimentos, começando por massas instantâneas, pães e bisnaguinhas.

Também no dia 7 de abril, foi lançado o programa Academia da Saúde, iniciativa para promover hábitos saud áveis e estimular a promoção da saúde na população. O programa prevê a implantação de infraestruturas com espaços para a realização de atividades individuais e coletivas, e equipamentos para alongamentos e outras práticas físicas e de lazer, com a orientação de profissionais qualificados. As informações sobre como os municípios podem participar, envio de propostas e repasses dos recursos serão divulgadas em breve em Portaria do Ministério da Saúde.

HIPERTENSÃO - A pessoa é considerada hipertensa quando a pressão arterial é igual ou superior a 14 por 9. A doença é causada pelo aumento na contração das paredes das artérias para fazer o sangue circular pelo corpo. Esse movimento acaba sobrecarregando vários órgãos, como coração, rins e cérebro. Se a hipertensão não for tratada, algumas das complicações são: entupimento de artérias, Acidente Vascular Cerebral (AVC) e infarto.

Fonte : Agência Saúde

abcfarma

quarta-feira, 2 de março de 2011

Refrigerantes podem aumentar pressão arterial

O consumo de refrigerantes e outras bebidas com grande quantidade de açúcar traz risco de aumento da pressão arterial, segundo afirma um estudo realizado por especialistas americanos e britânicos.

A pesquisa, feita com 2,5 mil pessoas e publicada na revista científica Hypertension, afirma que beber mais de 355 ml diários de bebidas com gás ou sucos de fruta contendo açúcar é o suficiente para desequilibrar a pressão.

De acordo com a pesquisa, para cada lata de bebida com açúcar consumida por dia, os participantes tinham em média uma alta de 1,6mmHg (milímetro de mercúrio) em sua pressão sistólica (quando o coração se contrai e bombeia sangue no corpo).

Já a pressão diastólica - quando o coração relaxa e recebe o sangue do sistema circulatório - teve um acréscimo de 0,8mmHg para cada lata de refrigerante ou suco contendo açúcar bebido por dia.

Além disto, segundo o estudo, os indivíduos que consumiam mais de uma dose diária de refrigerantes e bebidas açucaradas ingeriam em torno de 397 calorias a mais por dia do que as pessoas que bebiam produtos sem açúcar.

Na pesquisa, os participantes, com idades entre 40 e 59 anos, anotaram o que haviam comido nas 24 horas anteriores e fizeram um exame de urina, além de terem medida a sua pressão arterial.

No estudo, a relação entre bebidas açucaradas e pressão alta foi muito evidente em pessoas que consomem grandes quantidades tanto de sal quanto de açúcar. Médicos afirmam que o excesso de sal na dieta contribui para o aumento da pressão arterial.

"Os resultados deste estudo sugerem que as pessoas também devem ter cuidado com quanto açúcar consomem", afirma.

A pressão alta é o maior fator de risco para doenças cardiovasculares. Médicos estimam que uma pessoa com uma pressão de 135mmHg por 85mmHg tem duas vezes mais chance de ter um enfarte ou um derrame cerebral do que alguém com 114mmHg por 75mmHg.

diariodasaude

quinta-feira, 10 de fevereiro de 2011

Síndrome Metabólica Pode Acelerar Declínio da Capacidade Cognitiva

Estudo francês que incluiu mais de sete mil participantes com 65 anos ou mais de idade sugere que a síndrome metabólica leva a um maior declínio da capacidade cognitiva dos idosos.

O estudo foi publicado na edição deste mês na Neurology e realizado pelo Hospital Universitário de Bordeaux, na França, como parte do The Three-City Study (3C Study), um grande estudo que avalia a relação entre doenças vasculares e demência em indivíduos com mais de 65 anos de idade.

Os componentes da síndrome metabólica são: obesidade visceral, alteração de glicemia, hipertensão arterial e dislipidemia (aumento dos triglicerídeos e diminuição do colesterol HDL). A hipertrigliceridemia e a diminuição do colesterol HDL (o “bom colesterol”) foram associadas com maior redução da função cognitiva global, enquanto o diabetes foi relacionado a menor desempenho em testes que avaliam a fluência verbal e a memória visual.

O declínio da capacidade cognitiva acontece normalmente em decorrência do processo fisiológico do envelhecimento. Esse estudo reforça a importância do tratamento da obesidade e do controle das doenças associadas, uma vez que tais alterações podem vir a comprometer a vida produtiva e a qualidade de vida desses pacientes.

Fonte: Neurology February 8, 2011 76:526-533.

abeso

terça-feira, 25 de janeiro de 2011

HIDROCLOROTIAZIDA NÃO CORRESPONDE À FAMA

NOVA YORK (Reuters Health)- Em uma revisão de estudos a hidroclorotiazida, reduziu a pressão arterial por apenas cerca de metade do que alternativas comuns, tais como betabloqueadores e inibidores da ECA.

A hipertensão arterial afeta cerca de um terço dos adultos dos EUA, de acordo com o Instituto Nacional do Coração, Pulmão e Sangue (NHLBI), e levanta o risco de ataque cardíaco e derrame.

"Ao dar hidroclorotiazida damos pacientes e médicos uma falsa sensação de segurança", disse o pesquisador Dr. Franz Messerli, que dirige o programa de hipertensão em St. Luke's-Roosevelt Hospital em Nova York.

"A hidroclorotiazida não deve mais ser usado sozinho", ele insistiu.

A droga pertence a um grupo mais velho de pílulas diuréticas chamado tiazidas, que são vendidos como genéricos para alguns dólares por mês. Também é vendido como Aquazide H e Hydrodiuril, entre outras marcas.

O NHLBI recomenda atualmente tiazidas como tratamento de primeira linha para controlar a pressão arterial alta, depois de um grande estudo financiado pelo governo não conseguiram encontrar benefícios adicionais de mais novos, os medicamentos mais caros.

O problema é que a hidroclorotiazida, o que não foi testada neste estudo, continua a ser a pílula de água, disse Messerli.

Segundo seu relatório, publicado no Journal of American College of Cardiology, os médicos americanos escreveram 134 milhões de prescrições do medicamento, só em 2008, muito mais do betabloqueador atenolol, segundo medicamento mais prescrito.

"Você não pode apenas recomendar um tiazídicos como o NHLBI faz, sabendo que para os médicos se traduz em hidroclorotiazida," Messerli disse à Reuters Health.

Para o novo estudo, Messerli e os colegas reviram 19 estudos que compararam a hidroclorotiazida a outras drogas nos ensaios clínicos.

Medidos durante 24 horas, as doses baixa de hidroclorotiazida comumente utilizada reduziu a pressão arterial sistólica ou "top" de 6,5 pontos. A leitura máxima de mais de 140 é considerada a pressão arterial elevada.

Em contraste, a enzima conversora de angiotensina, ou inibidores ACE reduzir o número superior em 12,9 pontos, beta-bloqueadores em 11,2 pontos, e bloqueadores dos canais de cálcio por 11 pontos.

Apesar de altas doses de hidroclorotiazida foram mais eficazes, Messerli disseram que raramente eram utilizados, devido a um aumento dos efeitos colaterais, como problemas de aumento de glicose.

Ele acrescentou que as medidas de pressão pode ser enganador, porque a hidroclorotiazida parece ser particularmente fraco durante a noite.

"Sabemos que a pressão arterial noturna e matinal da pressão arterial são fatores de risco muito importante para derrames e ataques cardíacos", disse Messerli, mas acrescentou que a forma como a hidroclorotiazida atinge os riscos nunca foi estudada.

As novas descobertas não se referem tiazidas, tais como a clortalidona e indapamida.

Além do tratamento medicamentoso, as modificações do estilo de vida também ajudam a conter a pressão arterial. Médicos geralmente recomendam uma dieta saudável, com um baixo teor de sódio, bem como o exercício e não fumar mais.

FONTE: http://bit.ly/hL2qWJ JACC / Journal of American College of Cardiology, em linha 24 de janeiro de 2011.

Reuters Health

nlm

sábado, 20 de novembro de 2010

Cientistas comprovam eficiência do alho para controlar hipertensão

Estudo foi conduzido por equipe da Universidade de Adelaide, na Austrália.
Pressão arterial de pacientes caiu após consumo do alimento.
Cientistas australianos têm uma nova solução para controlar a hipertensão. A arma secreta é o alho, segundo um estudo publicado na revista científica Maturitas.

Durante teste de 12 semanas envolvendo 50 pacientes, Karen Reid e colegas da Universidade de Adelaide descobriram que o consumo de quatro cápsulas diárias de extrato de alho envelhecido reduz a pressão arterial em cerca de 10 milímetros de mercúrio, em comparação a um grupo que usava um placebo. Reid disse que o alho consumido de outra forma não tem o mesmo efeito.

"Quando você cozinha o alho fresco, o ingrediente que é responsável por reduzir a pressão sanguínea desaparece", disse a cientista. "Acho que o ponto realmente importante é que o extrato de alho envelhecido como suplemento é a arma secreta para a pressão sanguínea."

Há muito tempo se sabe que o alho é bom para o coração e a medicina tradicional indiana (aiurvédica) há séculos usa o produto na prevenção da hipertensão. Este, no entanto, é o primeiro estudo a avaliar cientificamente o impacto do extrato de alho envelhecido

Fonte: Portal G1
Notícia publicada em: 18/11/2010
Autor: Indefinido

abcfarma