Ter um ataque de raiva pode elevar o risco de sofrer um infarto ou um derrame, revela uma nova pesquisa.
Segundo os autores do estudo, rompantes de fúria podem funcionar como um 'gatilho' para tais episódios.
Eles identificaram as duas horas subsequentes a uma explosão de cólera como as de maior risco para a saúde de um indivíduo.
Mas os cientistas responsáveis pelo estudo alegam que mais pesquisas são necessárias para entender como funciona essa conexão e descobrir se estratégias para desanuviar o estresse podem evitar tais complicações.
Pessoas que já tenham histórico de doenças cardíacas também apresentam maior risco de saúde caso passem por episódios de descontrole emocional, afirmou o estudo americano, publicado na revista científica European Heart Journal.
Nas duas horas imediatamente subsequentes ao ataque de raiva, o risco de uma parada cardíaca aumentou cinco vezes e o de derrame mais de três vezes, identificou o levantamento, baseado em nove pesquisas diferentes.
O estudo foi feito a partir da análise de dados de milhares de pessoas.
Temperamento explosivo
Pesquisadores da Escola de Saúde Pública da Universidade de Harvard afirmaram que o risco de um ataque de raiva na população comum é relativamente baixo - a chance de um indivíduo sofrer uma parada cardíaca atinge uma a cada 10 mil pessoas com baixo risco cardiovascular que tenham rompantes de fúria uma vez por mês.
Para pessoas com alto risco cardiovascular, o risco aumenta para quatro em cada 10 mil.
Mas, segundo pesquisadores, o risco é cumulativo, o que significa que indivíduos com temperamento explosivo têm chance maior de sofrer tais problemas.
Na avaliação da pesquisadora Elizabeth Mostofsky e sua equipe, responsáveis pelo estudo, cinco ataques de raiva podem resultar em 158 paradas cardíacas por 10 mil pessoas com baixo risco cardiovascular por ano, aumentando para 657 paradas cardíacas por 10 mil pessoas com alto risco cardiovascular.
Segundo ela, 'embora o risco de sofrer um ataque cardíaco após uma explosão de raiva é relativamente baixo, o risco pode acumular dependendo do número de episódios em que o indivíduo perca o controle'.
Ainda não está claro, no entanto, por que a raiva pode ser perigosa - os pesquisadores destacam que os resultados não necessariamente indicam que a cólera causa problemas cardíacos e de circulação.
Especialistas já constataram que o estresse crônico pode provocar um ataque cardíaco parcialmente porque aumenta a pressão sanguínea, mas também porque muitas pessoas reagem de forma insalubre a crises de estresse - fumando ou bebendo muito álcool, por exemplo.
Os pesquisadores afirmaram que valeria a pena testar a eficácia de estratégias que evitem ou combatam o estresse, como ioga por exemplo.
Segundo Doireann Maddoc, da Fundação do Coração do Reino Unido, 'não está claro o que causa esse efeito. Ele pode estar ligado a mudanças psicológicas que a raiva causa em nossos corpos, mas mais pesquisa é necessária para explorar a biologia por trás disso'.
'A maneira como você lida com a raiva e o estresse também é importante. Aprender como relaxar pode ajudar a aliviar situações de alta pressão. Muitas pessoas acham que a atividade física pode ajudar a desanuviar após um dia estressante'.
G1
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quinta-feira, 6 de março de 2014
segunda-feira, 1 de outubro de 2012
Estudo canadense liga dieta rica em açúcar, sal e gordura a risco de AVC
Uma dieta que inclui alimentos ricos em açúcar, sal e gordura, frequente nos países ocidentais e apelidada por cientistas de "dieta da lanchonete", é uma "bomba-relógio" para acelerar problemas de saúde como o acidente vascular cerebral (AVC), indica um novo estudo que deve ser apresentado nesta segunda-feira (1º) no Congresso Canadense de AVC, na cidade de Calgary.
Segundo os pesquisadores, esse tipo de alimentação desequilibrada, com alto teor calórico, acaba levando a mortes precoces e a um maior risco de sintomas da chamada síndrome metabólica – uma combinação de obesidade, hipertensão e altos níveis de colesterol, triglicérides e glicose no sangue.
Esses sinais foram observados em ratos em apenas dois meses de dieta "pesada". Na época do tabalho, quando os roedores começaram a ficar doentes, eles tinham o equivalente a uma idade humana entre 16 e 22 anos.
Os cientistas deram, às cobaias sedentárias, acesso ilimitado a alimentos nutritivos e também a "besteiras", como biscoitos, cupcakes e salsichas. Os animais também tiveram à disposição água e uma solução com 30% de sacarose, que imitava refrigerantes e outras bebidas adoçadas. Assim como os humanos, os bichos preferiram consumir as guloseimas.
Na opinião do principal autor, Dale Corbett, da Fundação do Coração e AVC do Canadá, em breve se deve começar a ver pessoas com 30 ou 40 anos sofrendo derrame cerebral, por causa dessa dieta recheada de "porcarias", ou "junk food".
O pesquisador destaca a importância dos exercícios físicos regulares e uma dieta equilibrada para prevenir a síndrome metabólica, mas diz que ainda não se tem certeza se a doença pode ser revertida quando já está instalada.
O co-presidente do congresso Mark Bayley disse que a população mundial não pode mais se dar ao luxo de fazer más escolhas nutricionais, pois isso está causando muitas mortes. E as consequências para o homem devem ser ainda piores do que para os animais testados – geralmente jovens e saudáveis –, pois muitas pessoas que sofrem AVC já têm problemas de saúde preexistentes.
G1
Segundo os pesquisadores, esse tipo de alimentação desequilibrada, com alto teor calórico, acaba levando a mortes precoces e a um maior risco de sintomas da chamada síndrome metabólica – uma combinação de obesidade, hipertensão e altos níveis de colesterol, triglicérides e glicose no sangue.
Esses sinais foram observados em ratos em apenas dois meses de dieta "pesada". Na época do tabalho, quando os roedores começaram a ficar doentes, eles tinham o equivalente a uma idade humana entre 16 e 22 anos.
Os cientistas deram, às cobaias sedentárias, acesso ilimitado a alimentos nutritivos e também a "besteiras", como biscoitos, cupcakes e salsichas. Os animais também tiveram à disposição água e uma solução com 30% de sacarose, que imitava refrigerantes e outras bebidas adoçadas. Assim como os humanos, os bichos preferiram consumir as guloseimas.
Na opinião do principal autor, Dale Corbett, da Fundação do Coração e AVC do Canadá, em breve se deve começar a ver pessoas com 30 ou 40 anos sofrendo derrame cerebral, por causa dessa dieta recheada de "porcarias", ou "junk food".
O pesquisador destaca a importância dos exercícios físicos regulares e uma dieta equilibrada para prevenir a síndrome metabólica, mas diz que ainda não se tem certeza se a doença pode ser revertida quando já está instalada.
O co-presidente do congresso Mark Bayley disse que a população mundial não pode mais se dar ao luxo de fazer más escolhas nutricionais, pois isso está causando muitas mortes. E as consequências para o homem devem ser ainda piores do que para os animais testados – geralmente jovens e saudáveis –, pois muitas pessoas que sofrem AVC já têm problemas de saúde preexistentes.
G1
quarta-feira, 12 de setembro de 2012
Consumo de álcool antecipa derrame em 15 anos
Álcool e AVC
Existe uma forte correlação entre a ingestão de álcool e a ocorrência de derrames cerebrais.
Um novo estudo mostrou que indivíduos que bebem mais de três doses de bebidas alcoólicas por dia têm o risco de sofrer acidentes vasculares cerebrais (AVC) equivalente ao de indivíduos 15 anos mais velhos.
"O consumo pesado de álcool tem sido identificado de forma consistente como fator de risco para este tipo hemorrágico de AVC, que é causado por um sangramento no cérebro, em vez de um coágulo de sangue como ocorre no AVC isquêmico", disse Charlotte Cordonnier, da Universidade de Lille-Nord (França).
O estudo foi publicado na revista Neurology.
Consumo pesado de álcool
Cerca de 25% dos participantes apresentaram comportamento de "consumo pesado de álcool" - o consumo de três ou mais doses de bebidas alcoólicas por dia, ou o equivalente a 47,3 mililitros diários de álcool puro.
Os indivíduos que fizeram consumo pesado de álcool sofreram AVC com uma idade média de 60 anos - cerca de 14 anos antes da idade média de idade dos participantes que não faziam consumo pesado de álcool.
"É importante destacar que o consumo de grandes quantidades de álcool contribui para uma forma mais grave de AVC em idade precoce em pessoas que não tinham histórico médico significativo", disse Cordonnier.
Existe uma forte correlação entre a ingestão de álcool e a ocorrência de derrames cerebrais.
Um novo estudo mostrou que indivíduos que bebem mais de três doses de bebidas alcoólicas por dia têm o risco de sofrer acidentes vasculares cerebrais (AVC) equivalente ao de indivíduos 15 anos mais velhos.
"O consumo pesado de álcool tem sido identificado de forma consistente como fator de risco para este tipo hemorrágico de AVC, que é causado por um sangramento no cérebro, em vez de um coágulo de sangue como ocorre no AVC isquêmico", disse Charlotte Cordonnier, da Universidade de Lille-Nord (França).
O estudo foi publicado na revista Neurology.
Consumo pesado de álcool
Cerca de 25% dos participantes apresentaram comportamento de "consumo pesado de álcool" - o consumo de três ou mais doses de bebidas alcoólicas por dia, ou o equivalente a 47,3 mililitros diários de álcool puro.
Os indivíduos que fizeram consumo pesado de álcool sofreram AVC com uma idade média de 60 anos - cerca de 14 anos antes da idade média de idade dos participantes que não faziam consumo pesado de álcool.
"É importante destacar que o consumo de grandes quantidades de álcool contribui para uma forma mais grave de AVC em idade precoce em pessoas que não tinham histórico médico significativo", disse Cordonnier.
quarta-feira, 7 de dezembro de 2011
Cientistas britânicos identificam dois novos sintomas de derrame
Pesquisadores britânicos afirmam que descobriram outros dois sintomas que podem indicar que uma pessoa está sofrendo um derrame.
Um projeto desenvolvido pela University Hospitals of Leicester NHS Trust (parte do serviço público de saúde britânico) descobriu que fraqueza nas pernas e perda de visão também são sintomas do derrame.
Segundo a entidade assistencial britânica voltada para o tratamento do derrame, a Stroke Association, informa em sua página na internet que existem três sintomas que precisam ser observados.
O primeiro é fraqueza facial, notar se a pessoa consegue sorrir ou se um canto da boca ou um dos olhos está com aparência caída.
Outro sintoma é a fraqueza nos braços, observar se a pessoa consegue erguer os dois braços. E o terceiro sintoma são os problemas de fala, tentar detectar se a pessoa consegue falar claramente ou entender o que outra pessoa fala.
Campanha
Uma campanha recente do NHS, o serviço público de saúde britânico, destacou estes três sintomas de derrame.
Mas, para Ross Naylor, professor na University Hospitals of Leicester, as pessoas precisam começar a procurar pelos cinco sintomas.
- A campanha do NHS foi bem-sucedida, mas é importante que as pessoas saibam que fraqueza nas pernas e perda de visão também são sintomas que precisam ser observados. Temo que muitas pessoas não saibam que qualquer um que esteja com um ou ambos destes sinais adicionais, sozinhos ou com um dos outros três sintomas, pode significar um indicador de que a pessoa, ou um ente querido, está tendo um derrame e também precisa procurar ajuda médica com urgência.
Simon Cook, chefe de operações da Stroke Association para a região de East Midlands, afirmou que a campanha do NHS é útil pois os três sintomas são fáceis de reconhecer pela maioria do público.
- Certamente existem outros sintomas, como visão desfocada e fraqueza nas pernas. Mas, acreditamos que o mais importante é que as pessoas se lembrem de agir rapidamente quando observarem os sinais de um derrame e liguem para os serviços de emergência.
PORTAL EDUCAÇÃO
Um projeto desenvolvido pela University Hospitals of Leicester NHS Trust (parte do serviço público de saúde britânico) descobriu que fraqueza nas pernas e perda de visão também são sintomas do derrame.
Segundo a entidade assistencial britânica voltada para o tratamento do derrame, a Stroke Association, informa em sua página na internet que existem três sintomas que precisam ser observados.
O primeiro é fraqueza facial, notar se a pessoa consegue sorrir ou se um canto da boca ou um dos olhos está com aparência caída.
Outro sintoma é a fraqueza nos braços, observar se a pessoa consegue erguer os dois braços. E o terceiro sintoma são os problemas de fala, tentar detectar se a pessoa consegue falar claramente ou entender o que outra pessoa fala.
Campanha
Uma campanha recente do NHS, o serviço público de saúde britânico, destacou estes três sintomas de derrame.
Mas, para Ross Naylor, professor na University Hospitals of Leicester, as pessoas precisam começar a procurar pelos cinco sintomas.
- A campanha do NHS foi bem-sucedida, mas é importante que as pessoas saibam que fraqueza nas pernas e perda de visão também são sintomas que precisam ser observados. Temo que muitas pessoas não saibam que qualquer um que esteja com um ou ambos destes sinais adicionais, sozinhos ou com um dos outros três sintomas, pode significar um indicador de que a pessoa, ou um ente querido, está tendo um derrame e também precisa procurar ajuda médica com urgência.
Simon Cook, chefe de operações da Stroke Association para a região de East Midlands, afirmou que a campanha do NHS é útil pois os três sintomas são fáceis de reconhecer pela maioria do público.
- Certamente existem outros sintomas, como visão desfocada e fraqueza nas pernas. Mas, acreditamos que o mais importante é que as pessoas se lembrem de agir rapidamente quando observarem os sinais de um derrame e liguem para os serviços de emergência.
PORTAL EDUCAÇÃO
sexta-feira, 14 de outubro de 2011
RECEPTOR NMDA NO ALZHEIMER E AVC
Um grupo de cientistas norte-americanos identificou um novo receptor no cérebro que pode ser usado como alvo para novos medicamentos contra doenças neurodegenerativas.
O que mais surpreendeu na pesquisa é que o receptor NMDA (N-metil-D-aspartato) é crítico para o aprendizado e para a memória, com um comportamento exatamente oposto à que se atribuía a ele até agora.
Os cientistas da Universidade de Buffalo afirmam que a descoberta abre caminho para o desenvolvimento de medicamentos contra uma série de doenças, do AVC ao Alzheimer.
A descoberta de um "alvo" é sempre o primeiro passo no desenvolvimento de tratamentos para doenças porque permite que os cientistas projetem racionalmente moléculas que possam até lá e ativar ou desativar o receptor, dependendo do caso.
Sem conhecer o receptor com precisão, a única forma de projetar um medicamento é na base da tentativa e erro, testando centenas ou até milhares de moléculas candidatas a fármaco.
A caracterização do receptor e o projeto da molécula-fármaco também diminui os riscos de efeitos colaterais.
"É a primeira vez que essa região do cérebro se mostrou útil como um alvo de drogas. Se pudermos encontrar um composto químico que se ligue nessa região e prenda as subunidades dos receptores NMDA, o resultado será muito importante na busca de alternativas de tratamentos para danos provocados por acidentes vasculares cerebrais (AVC), Alzheimer e outras doenças neurodegenerativas", disse Gabriela Popescu, principal autora do estudo.
A pesquisa foi focada nos receptores cerebrais para o neurotransmissor glutamato, que está envolvido com tais doenças bem como outras condições, como o glaucoma.
Os dois principais receptores no cérebro para o glutamato são o NMDA e o AMPA, ambos compostos de quatro subunidades organizadas em pares.
Como os dois receptores têm estruturas semelhantes, os cientistas estimavam que eles funcionassem de modo parecido.
"Mas quando alteramos a interface de seus pares - o local em que as duas subunidades se agrupam com cada par -, verificamos que o NMDA funciona de maneira oposta ao AMPA", contou Popescu.
Além de sua identificação, os cientistas conseguiram induzir uma redução na atividade do NMDA.
Essa redução gerou uma diminuição significativa na quantidade de cálcio que entra os neurônios em resposta ao glutamato.
É o excesso de cálcio que eventualmente termina por matar os neurônios, levando aos sintomas comuns que ocorrem após um AVC ou outras doenças neurodegenerativas.
http://www.diariodasaude.com.br/news.php?article=alvo-medicamentos-alzheimer-avc&id=7037
sexta-feira, 16 de setembro de 2011
A NECESSIDADE DE AUMENTAR O USO DE ESTATINAS APÓS INFARTO CEREBRAL
O Journal of Cardiovascular Pharmacology and Therapeutics publicou um artigo que defende o uso maior de estatinas após eventos oclusivos cerebrais. Segundo os autores isso irá diminuir os risco de um novo evento no futuro, ataque cardíaco e morte por doença cardiovascular. Esses medicamentos atuam diminuindo o colesterol total, o "low-density lipoprotein" LDL ("mau" colesterol) e os triglicerídeos.
Fonte: Florida Atlantic University
http://www.news-medical.net/news/20110915/JCPT-publishes-The-Need-for-Increased-Utilization-of-Statins-After-Occlusive-Stroke-study.aspx
Fonte: Florida Atlantic University
http://www.news-medical.net/news/20110915/JCPT-publishes-The-Need-for-Increased-Utilization-of-Statins-After-Occlusive-Stroke-study.aspx
quarta-feira, 13 de abril de 2011
POTÁSSIO NA PREVENÇÃO DO AVC
Os pesquisadores analisaram dados de 11 estudos diferentes e constataram que uma ingestão diária de cerca de 1,6 mil miligramas de potássio por dia (cada banana oferece por volta de 500 miligramas) reduz as chances de derrame cerebral em 21%. O consumo de outros alimentos ricos no elemento, como espinafre e nozes, também é benéfico.
Vale acrescentar que a hipertensão é um fator de risco para o AVC e o potássio ajuda a diminuir a pressão arterial. Segundo o jornal Daily Mail, baixas quantidades do nutriente podem levar a batimento cardíaco irregular, irritabilidade, náuseas e diarréia.
A equipe da Universidade de Warwick, na Inglaterra, e da Universidade de Nápoles, na Itália, disse que comer produtos fonte de potássio e diminuir o sal do cardápio abriria espaço para diminuir em mais de um milhão o número de mortes globais por ano devido ao AVC. A publicação Journal of American College of Cardiology divulgou esses dados.
Fonte: Portal Terra
Notícia publicada em: 10/04/2011
Autor: Indefinido
abcfarma
Vale acrescentar que a hipertensão é um fator de risco para o AVC e o potássio ajuda a diminuir a pressão arterial. Segundo o jornal Daily Mail, baixas quantidades do nutriente podem levar a batimento cardíaco irregular, irritabilidade, náuseas e diarréia.
A equipe da Universidade de Warwick, na Inglaterra, e da Universidade de Nápoles, na Itália, disse que comer produtos fonte de potássio e diminuir o sal do cardápio abriria espaço para diminuir em mais de um milhão o número de mortes globais por ano devido ao AVC. A publicação Journal of American College of Cardiology divulgou esses dados.
Fonte: Portal Terra
Notícia publicada em: 10/04/2011
Autor: Indefinido
abcfarma
quinta-feira, 10 de fevereiro de 2011
REFRIGERANTE DIET E RISCO DE AVC
Os fãs do refrigerante diet podem diminuir as calorias, mas também podem aumentar o risco de AVC.
"Em nosso estudo, vimos um aumento significativo do risco entre aqueles que beberam refrigerante diet por dia e não refrigerante normal", disse Hannah Gardener, uma epidemiologista da Universidade de Miami Miller School of Medicine, que foi escalada para apresentar sua pesquisa na Conferência Internacional do AVC em Los Angeles.
"O motivo da ligação é desconhecido até o momento", disse ela.
O AVC é a terceira principal causa de morte, atrás das doenças cardíacas e câncer, nos Estados Unidos. Mais de 137 mil pessoas morrem por ano, de acordo com a American Stroke Association.
Pesquisas anteriores indicavam que aqueles que bebiam mais de um refrigerante por dia, normal ou diet, eram candidatos mais prováveis de desenvolver a síndrome metabólica, um conjunto de fatores de risco, incluindo hipertensão arterial, triglicerídeos elevados (gorduras no sangue ), baixos níveis de bom colesterol, açúcar no sangue em jejum e aumento da circuferência abdominal.
Gardener e seus colegas avaliaram os hábitos de consumo de sódio de 2.564 pessoas que se inscreveram no estudo para ver se havia uma associação com AVC. Os participantes tinham 69 anos de idade, em média, e preencheram questionários sobre tipos de refrigerante que bebiam e quantas vezes.
Durante nove anos, 559 eventos vasculares ocorreram, incluindo acidentes vasculares cerebrais por hemorragia e por coágulos, conhecido como acidente vascular cerebral isquêmico.
Os investigadores levaram em conta fatores como idade, gênero, etnia, atividade física, ingestão calórica, hábitos de fumo e álcool e descobriram que aqueles que bebiam refrigerante diet diariamente tiveram 61 por cento a mais de chance de ter um evento vascular em comparação com aqueles que não bebiam refrigerantes.
Embora o estudo tenha constatado uma possível associação entre refrigerante dietético e risco de derrame, ele não demonstrou uma causa e efeito. E os especialistas notam que as pesquisas apresentadas em encontros não foi submetido ao mesmo tipo de análise rigorosa dada à investigação de artigos publicados em revistas médicas.
Dr. Patrick Lyden, diretor de neurologia do Centro Médico Cedars-Sinai, em Los Angeles, analisou os resultados, mas não foi envolvido na pesquisa. "Meu primeiro pensamento foi: 'A relação tem de ser acidental'", disse ele.
Ele diz a seus pacientes para evitar o excesso de refrigerante, diet ou normal. "Um refrigerante ocasional não faz mal a ninguém", disse ele. "Uma ou duas vezes por semana, para mim parece ser racional."
Em um estudo separado, Gardener também encontrou indícios de que a elevada ingestão de sal estava ligado a um maior risco de AVC. Usando os mesmos dados, ela avaliou 2.657 participantes a respeito de sua ingestão de sal e os acompanhou por quase 10 anos.
Durante esse tempo, 187 acidentes vasculares cerebrais isquêmicos ocorreram. Aqueles que consumiram mais de 4.000 miligramas de sódio por dia tinham mais que o dobro do risco de acidente vascular cerebral isquêmico do que aquelas que consumiram menos de 1.500 miligramas por dia.
Quanto de sal é ideal? A American Heart Association recomenda menos de 1.500 miligramas por dia. O atual Diretrizes Alimentares dos EUA para os americanos recomenda comer menos do que 2.300 miligramas por dia, e ainda menos - 1.500 miligramas por dia - para aqueles que têm 51 anos ou mais e algumas outras pessoas. Entre aqueles que deveriam consumir menos de 1.500 miligramas de sal por dia são negros e pessoas com hipertensão, diabetes ou doença renal crônica.
FONTES: Hannah Gardener, Sc.D., epidemiologist, University of Miami Miller School of Medicine; Patrick Lyden, M.D., chief, neurology, Cedars-Sinai Medical Center, Los Angeles; Feb. 9, 2011, presentation, International Stroke Conference 2011, Los Angeles
HealthDay
"Em nosso estudo, vimos um aumento significativo do risco entre aqueles que beberam refrigerante diet por dia e não refrigerante normal", disse Hannah Gardener, uma epidemiologista da Universidade de Miami Miller School of Medicine, que foi escalada para apresentar sua pesquisa na Conferência Internacional do AVC em Los Angeles.
"O motivo da ligação é desconhecido até o momento", disse ela.
O AVC é a terceira principal causa de morte, atrás das doenças cardíacas e câncer, nos Estados Unidos. Mais de 137 mil pessoas morrem por ano, de acordo com a American Stroke Association.
Pesquisas anteriores indicavam que aqueles que bebiam mais de um refrigerante por dia, normal ou diet, eram candidatos mais prováveis de desenvolver a síndrome metabólica, um conjunto de fatores de risco, incluindo hipertensão arterial, triglicerídeos elevados (gorduras no sangue ), baixos níveis de bom colesterol, açúcar no sangue em jejum e aumento da circuferência abdominal.
Gardener e seus colegas avaliaram os hábitos de consumo de sódio de 2.564 pessoas que se inscreveram no estudo para ver se havia uma associação com AVC. Os participantes tinham 69 anos de idade, em média, e preencheram questionários sobre tipos de refrigerante que bebiam e quantas vezes.
Durante nove anos, 559 eventos vasculares ocorreram, incluindo acidentes vasculares cerebrais por hemorragia e por coágulos, conhecido como acidente vascular cerebral isquêmico.
Os investigadores levaram em conta fatores como idade, gênero, etnia, atividade física, ingestão calórica, hábitos de fumo e álcool e descobriram que aqueles que bebiam refrigerante diet diariamente tiveram 61 por cento a mais de chance de ter um evento vascular em comparação com aqueles que não bebiam refrigerantes.
Embora o estudo tenha constatado uma possível associação entre refrigerante dietético e risco de derrame, ele não demonstrou uma causa e efeito. E os especialistas notam que as pesquisas apresentadas em encontros não foi submetido ao mesmo tipo de análise rigorosa dada à investigação de artigos publicados em revistas médicas.
Dr. Patrick Lyden, diretor de neurologia do Centro Médico Cedars-Sinai, em Los Angeles, analisou os resultados, mas não foi envolvido na pesquisa. "Meu primeiro pensamento foi: 'A relação tem de ser acidental'", disse ele.
Ele diz a seus pacientes para evitar o excesso de refrigerante, diet ou normal. "Um refrigerante ocasional não faz mal a ninguém", disse ele. "Uma ou duas vezes por semana, para mim parece ser racional."
Em um estudo separado, Gardener também encontrou indícios de que a elevada ingestão de sal estava ligado a um maior risco de AVC. Usando os mesmos dados, ela avaliou 2.657 participantes a respeito de sua ingestão de sal e os acompanhou por quase 10 anos.
Durante esse tempo, 187 acidentes vasculares cerebrais isquêmicos ocorreram. Aqueles que consumiram mais de 4.000 miligramas de sódio por dia tinham mais que o dobro do risco de acidente vascular cerebral isquêmico do que aquelas que consumiram menos de 1.500 miligramas por dia.
Quanto de sal é ideal? A American Heart Association recomenda menos de 1.500 miligramas por dia. O atual Diretrizes Alimentares dos EUA para os americanos recomenda comer menos do que 2.300 miligramas por dia, e ainda menos - 1.500 miligramas por dia - para aqueles que têm 51 anos ou mais e algumas outras pessoas. Entre aqueles que deveriam consumir menos de 1.500 miligramas de sal por dia são negros e pessoas com hipertensão, diabetes ou doença renal crônica.
FONTES: Hannah Gardener, Sc.D., epidemiologist, University of Miami Miller School of Medicine; Patrick Lyden, M.D., chief, neurology, Cedars-Sinai Medical Center, Los Angeles; Feb. 9, 2011, presentation, International Stroke Conference 2011, Los Angeles
HealthDay
terça-feira, 11 de janeiro de 2011
FLUOXETINA PODE ACELERAR A REABILITAÇÃO FÍSICA APÓS AVC
Os doentes com AVC que usam o antidepressivo fluoxetina parecem recuperar a função muscular mais do que outros que não usam, descobriram pesquisadores franceses.
Não surpreendentemente, foram também menos suscetíveis à depressão após o derrame, segundo o estudo.
Paralisia e / ou fraqueza em um lado do corpo são as deficiências mais comuns após o AVC. estudos anteriores têm sugerido que os antidepressivos podem ajudar a melhorar a recuperação do motor após o curso, provavelmente aumentando o nível de serotonina no sistema nervoso central.
O coordenador da pesquisa Dr. Francois Chollet disse que o estudo "abre um novo caminho" no tratamento da forma principal de acidente vascular cerebral, em que um bloqueio em um vaso sanguíneo é a causa do ataque. Chollet, do Hospital Universitário de Toulouse e INSERM, observou que Prozac também parece atingir neurônios ao invés de tentar reabrir as artérias, como muitos outros medicamentos tentam fazer.
O relatório foi publicado em 09 de janeiro edição online do The Lancet Neurology.
O AVC é uma das principais causas de morte e de incapacidade a longo prazo para os americanos, por isso qualquer agente que ajuda a aumentar a funcionalidade é de grande benefício. No novo estudo, a equipe Chollet atribuiu aleatòria 118 isquêmico (entupimento) dos pacientes com acidente vascular cerebral esquerdo fraqueza ou paralisia em um lado do corpo ou 20 miligramas de Prozac genérico ou de placebo por dia a partir de 5 a 10 dias após o derrame.
Após três meses de seguimento, os pacientes que tomam Prozac genérico tinha melhorado a sua pontuação em uma medida da função motora de 34 pontos sobre o seu teste inicial, comparada com uma melhoria de 24,3 pontos entre os que receberam placebo.
A melhora fez com que mais pacientes no grupo de Prozac genérico foram capazes de viver independentemente do que os pacientes no grupo placebo.
A droga - de uma mesma classe dos inibidores seletivos de serotonina (ISRS), que inclui Celexa, Paxil e Zoloft - foi efeitos bem tolerada e secundários foram leves. No entanto, diarréia, náusea e dores abdominais são mais comuns entre pacientes que tomam o antidepressivo, sendo que dois dos pacientes sofreram eventos adversos graves.
A forma genérica do Prozac também é relativamente barato agora, em cerca de 30 centavos de dólar por comprimido.
Mas Chollet observar que as questões remanescentes persistem. "Quanto tempo deve ser o período de tratamento? Qual é o efeito a longo prazo? Pode outras funções neurológicas, como a linguagem e visão, ser melhorado de forma semelhante? Podemos observar uma ação similar em [a forma mais rara da] AVC hemorrágico ? Estes questão terá de ser abordada em um curto tempo ", disse ele.
Ele e os outros investigadores não relataram nenhum conflito de interesse.
Dr. Robert G. Robinson, professor e chefe do departamento de psiquiatria da Universidade de Iowa e co-autor de um editorial de acompanhamento do jornal, disse que "as implicações do estudo são muito positivos."
Rodrigues observou que um estudo que ele participou encontraram resultados semelhantes. Ele acredita que os antidepressivos podem ajudar na produção de novas células nervosas no cérebro e também ajuda na criação de novas conexões entre essas células. Além disso, os antidepressivos também podem ajudar na prevenção da inflamação visto no curso, ele disse.
"Este estudo levanta a questão, devem todos os pacientes que têm um curso ser dada medicação antidepressiva? Robinson disse. "Dado o grande número de pessoas que têm AVC a cada ano, você está falando de uma enorme mudança de paradigma no tratamento de doentes com AVC. Mas essa descoberta coloca claramente essa questão."
Para encontrar a resposta ", um grande ensaio definitivo" precisa ser feito que compara o uso de antidepressivos e placebo em muitos pacientes, disse Robinson. Ele e seu co-autor também observou que o julgamento deve investigar se os efeitos do tratamento persistem ao longo do tempo.
Mas outro especialista sugeriu que o papel genérico do Prozac na diminuição da depressão pós-acidente vascular cerebral pode explicar a melhora da função física, simplesmente, promovendo a participação mais efetiva na terapia física.
Dr. Larry B. Goldstein, diretor da Universidade Duke Stroke Center, observou que o estudo não conseguiu controlar a intensidade ou o tipo de fisioterapia que os pacientes receberam após o curso.
"Aqueles que receberam o antidepressivo tendiam a ser menos deprimidos do que aqueles que não estavam deprimidos e, portanto, poderia ter mais eficazmente participaram na fisioterapia", raciocinou.
"Como outros estudos mostram que a terapia mais intensiva física está associada a melhor recuperação, é possível que o efeito antidepressivo, ao invés de um efeito sobre o processo de recuperação em si, pode explicar a diferença", disse Goldstein.
FONTES: Francois Chollet, MD, Ph.D., do Hospital Universitário de Toulouse e INSERM, Toulouse, França, Robert G. Robinson, MD, professor e chefe do departamento de psiquiatria da Universidade de Iowa, Iowa City, Larry B. Goldstein , MD, diretor, Duke University Stroke Center, Durham, NC, 9 de janeiro de 2011, The Lancet Neurology, online
HealthDay
Não surpreendentemente, foram também menos suscetíveis à depressão após o derrame, segundo o estudo.
Paralisia e / ou fraqueza em um lado do corpo são as deficiências mais comuns após o AVC. estudos anteriores têm sugerido que os antidepressivos podem ajudar a melhorar a recuperação do motor após o curso, provavelmente aumentando o nível de serotonina no sistema nervoso central.
O coordenador da pesquisa Dr. Francois Chollet disse que o estudo "abre um novo caminho" no tratamento da forma principal de acidente vascular cerebral, em que um bloqueio em um vaso sanguíneo é a causa do ataque. Chollet, do Hospital Universitário de Toulouse e INSERM, observou que Prozac também parece atingir neurônios ao invés de tentar reabrir as artérias, como muitos outros medicamentos tentam fazer.
O relatório foi publicado em 09 de janeiro edição online do The Lancet Neurology.
O AVC é uma das principais causas de morte e de incapacidade a longo prazo para os americanos, por isso qualquer agente que ajuda a aumentar a funcionalidade é de grande benefício. No novo estudo, a equipe Chollet atribuiu aleatòria 118 isquêmico (entupimento) dos pacientes com acidente vascular cerebral esquerdo fraqueza ou paralisia em um lado do corpo ou 20 miligramas de Prozac genérico ou de placebo por dia a partir de 5 a 10 dias após o derrame.
Após três meses de seguimento, os pacientes que tomam Prozac genérico tinha melhorado a sua pontuação em uma medida da função motora de 34 pontos sobre o seu teste inicial, comparada com uma melhoria de 24,3 pontos entre os que receberam placebo.
A melhora fez com que mais pacientes no grupo de Prozac genérico foram capazes de viver independentemente do que os pacientes no grupo placebo.
A droga - de uma mesma classe dos inibidores seletivos de serotonina (ISRS), que inclui Celexa, Paxil e Zoloft - foi efeitos bem tolerada e secundários foram leves. No entanto, diarréia, náusea e dores abdominais são mais comuns entre pacientes que tomam o antidepressivo, sendo que dois dos pacientes sofreram eventos adversos graves.
A forma genérica do Prozac também é relativamente barato agora, em cerca de 30 centavos de dólar por comprimido.
Mas Chollet observar que as questões remanescentes persistem. "Quanto tempo deve ser o período de tratamento? Qual é o efeito a longo prazo? Pode outras funções neurológicas, como a linguagem e visão, ser melhorado de forma semelhante? Podemos observar uma ação similar em [a forma mais rara da] AVC hemorrágico ? Estes questão terá de ser abordada em um curto tempo ", disse ele.
Ele e os outros investigadores não relataram nenhum conflito de interesse.
Dr. Robert G. Robinson, professor e chefe do departamento de psiquiatria da Universidade de Iowa e co-autor de um editorial de acompanhamento do jornal, disse que "as implicações do estudo são muito positivos."
Rodrigues observou que um estudo que ele participou encontraram resultados semelhantes. Ele acredita que os antidepressivos podem ajudar na produção de novas células nervosas no cérebro e também ajuda na criação de novas conexões entre essas células. Além disso, os antidepressivos também podem ajudar na prevenção da inflamação visto no curso, ele disse.
"Este estudo levanta a questão, devem todos os pacientes que têm um curso ser dada medicação antidepressiva? Robinson disse. "Dado o grande número de pessoas que têm AVC a cada ano, você está falando de uma enorme mudança de paradigma no tratamento de doentes com AVC. Mas essa descoberta coloca claramente essa questão."
Para encontrar a resposta ", um grande ensaio definitivo" precisa ser feito que compara o uso de antidepressivos e placebo em muitos pacientes, disse Robinson. Ele e seu co-autor também observou que o julgamento deve investigar se os efeitos do tratamento persistem ao longo do tempo.
Mas outro especialista sugeriu que o papel genérico do Prozac na diminuição da depressão pós-acidente vascular cerebral pode explicar a melhora da função física, simplesmente, promovendo a participação mais efetiva na terapia física.
Dr. Larry B. Goldstein, diretor da Universidade Duke Stroke Center, observou que o estudo não conseguiu controlar a intensidade ou o tipo de fisioterapia que os pacientes receberam após o curso.
"Aqueles que receberam o antidepressivo tendiam a ser menos deprimidos do que aqueles que não estavam deprimidos e, portanto, poderia ter mais eficazmente participaram na fisioterapia", raciocinou.
"Como outros estudos mostram que a terapia mais intensiva física está associada a melhor recuperação, é possível que o efeito antidepressivo, ao invés de um efeito sobre o processo de recuperação em si, pode explicar a diferença", disse Goldstein.
FONTES: Francois Chollet, MD, Ph.D., do Hospital Universitário de Toulouse e INSERM, Toulouse, França, Robert G. Robinson, MD, professor e chefe do departamento de psiquiatria da Universidade de Iowa, Iowa City, Larry B. Goldstein , MD, diretor, Duke University Stroke Center, Durham, NC, 9 de janeiro de 2011, The Lancet Neurology, online
HealthDay
domingo, 9 de janeiro de 2011
CARNE VERMELHA LIGADA A AVC
Um estudo recente em mulheres suecas sugere que uma dieta rica em carne vermelha e processada pode estar associado com um risco aumentado de um tipo de infarto chamado derrame cerebral.
Vários estudos anteriores têm sugerido que a carne vermelha e processada pode ter efeitos negativos na saúde, tais como o aumento do risco de câncer de cólon, câncer de próstata e morte (em particular de câncer e doenças cardíacas). A carne vermelha também contém altas quantidades de gorduras saturadas, que foram mostrados para aumentar o risco de doença cardíaca.
Em estudo recente, que começou em 1997, os investigadores avaliaram 34.670 mulheres que eram 39-73 anos de idade e não ter doenças cardíacas ou câncer. Os participantes responderam questionários sobre suas dietas e estilos de vida e foram divididos em cinco grupos com base em que a carne vermelha quanto eles comeram. Os pesquisadores registraram o número de traços que ocorreram durante um período médio de acompanhamento de 10,4 anos.
Os autores constataram que 1.680 mulheres (cerca de quatro por cento dos participantes) apresentaram AVC no final do estudo. O tipo mais comum de acidente vascular cerebral foi um infarto cerebral, que ocorre quando há um bloqueio em uma artéria que fornece sangue ao cérebro.
Em geral, as mulheres que comeram mais carne vermelha (pelo menos 102 gramas diárias) não têm um risco aumentado de ter um derrame. No entanto, quando os investigadores olharam tipos específicos de acidentes vasculares cerebrais, eles descobriram que as mulheres que comeram mais carne tiveram um aumento de 42 por cento risco de ter um infarto cerebral em comparação com aqueles que comiam menos de 25 gramas por dia.
Além disso, as mulheres que comiam carne processada (pelo menos 41,3 gramas por dia) tinham 24 por cento maior risco de infarto cerebral que as mulheres que comiam menos (menos de 12,1 gramas por dia).
No entanto, este estudo não prova que a vermelha ou processada carnes causa infartos. Em vez disso, ele sugere uma relação potencial. Mais pesquisas são necessárias antes que as conclusões podem ser feitas.
naturalstandard
Vários estudos anteriores têm sugerido que a carne vermelha e processada pode ter efeitos negativos na saúde, tais como o aumento do risco de câncer de cólon, câncer de próstata e morte (em particular de câncer e doenças cardíacas). A carne vermelha também contém altas quantidades de gorduras saturadas, que foram mostrados para aumentar o risco de doença cardíaca.
Em estudo recente, que começou em 1997, os investigadores avaliaram 34.670 mulheres que eram 39-73 anos de idade e não ter doenças cardíacas ou câncer. Os participantes responderam questionários sobre suas dietas e estilos de vida e foram divididos em cinco grupos com base em que a carne vermelha quanto eles comeram. Os pesquisadores registraram o número de traços que ocorreram durante um período médio de acompanhamento de 10,4 anos.
Os autores constataram que 1.680 mulheres (cerca de quatro por cento dos participantes) apresentaram AVC no final do estudo. O tipo mais comum de acidente vascular cerebral foi um infarto cerebral, que ocorre quando há um bloqueio em uma artéria que fornece sangue ao cérebro.
Em geral, as mulheres que comeram mais carne vermelha (pelo menos 102 gramas diárias) não têm um risco aumentado de ter um derrame. No entanto, quando os investigadores olharam tipos específicos de acidentes vasculares cerebrais, eles descobriram que as mulheres que comeram mais carne tiveram um aumento de 42 por cento risco de ter um infarto cerebral em comparação com aqueles que comiam menos de 25 gramas por dia.
Além disso, as mulheres que comiam carne processada (pelo menos 41,3 gramas por dia) tinham 24 por cento maior risco de infarto cerebral que as mulheres que comiam menos (menos de 12,1 gramas por dia).
No entanto, este estudo não prova que a vermelha ou processada carnes causa infartos. Em vez disso, ele sugere uma relação potencial. Mais pesquisas são necessárias antes que as conclusões podem ser feitas.
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