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quarta-feira, 11 de junho de 2014

Estudo nos EUA liga carne vermelha a risco de câncer de mama

Comer muita carne vermelha no início da vida adulta pode aumentar ligeiramente o risco de câncer de mama, de acordo com um estudo realizado nos Estados Unidos.

Pesquisadores de Harvard dizem que substituir a carne vermelha por uma combinação de feijões, ervilhas e lentilhas, aves, nozes e peixe pode reduzir o risco da doença em mulheres mais jovens.

Mas especialistas britânicos pedem cautela, dizendo que outros estudos não mostraram ligação clara entre carne vermelha e câncer de mama.

Pesquisas anteriores demonstraram que a ingestão de grande quantidade de carne vermelha e processada provavelmente aumenta o risco de câncer de intestino.

Os novos dados vêm de um estudo realizado nos Estados Unidos acompanhando a saúde de 89 mil mulheres com idades entre 24 a 43.

A equipe, liderada pela Escola de Saúde Pública de Harvard, analisou a dieta de quase 3 mil mulheres que desenvolveram câncer de mama.

"Ingestão elevada de carne vermelha no início da idade adulta pode ser um fator de risco para o câncer de mama", eles relatam na revista British Medical Journal.

Os próprios cientistas de Harvard, porém, descreveram o risco como "pequeno".

O epidemiologista da Universidade de Oxford Tim Key disse que o estudo americano descobriu "apenas um elo fraco" entre comer carne vermelha e câncer de mama, o que não era forte o suficiente para mudar a evidência apontada em estudos anteriores de que não há ligação definitiva entre a dois.

"As mulheres podem reduzir o risco de câncer de mama mantendo um peso saudável, ingerindo menos álcool e praticando exercícios, e não é uma má ideia trocar um pouco de carne vermelha - que está ligada ao câncer de intestino - por carne branca, feijão ou peixe", acrescentou.

Segundo a diretora da Unidade de Epidemiologia do Câncer da mesma universidade, Valerie Beral, dezenas de estudos já investigaram o risco de câncer de mama associado com a dieta.

"A totalidade da evidência disponível indica que o consumo de carne vermelha tem pouco ou nenhum efeito sobre o risco de câncer de mama, por isso os resultados de um único estudo não podem ser considerados isoladamente", disse ela.

Evidências demonstram que provavelmente há uma relação entre comer muita carne vermelha e processada e o risco de câncer de intestino.

O Ministério da Saúde britânico recomenda que pessoas que comem mais do que 90 gramas (peso cozido) de carne vermelha e processada por dia devem reduzir a porção para 70 gramas.

G1

segunda-feira, 7 de outubro de 2013

Caminhar reduz o risco de câncer de mama

Mulheres na pós-menopausa que andam uma hora por dia podem reduzir significamente o risco de sofrerem de câncer de mama, segundo um estudo.

O relatório, que acompanhou 73.000 mulheres por 17 anos descobriu que andar sete horas durante uma semana diminui os riscos de contrair a doença.

A equipe da Sociedade Americana do Câncer afirmou que essa foi a primeira vez que a redução de riscos foi especificamente ligada à caminhada.

Especialistas britânicos disseram que o estudo é uma evidência de que o estilo de vida influencia o risco para o câncer.

Uma pesquisa recente da organização beneficente Ramblers mostrou que um quarto dos adultos anda mais de uma hora por semana. Manter uma rotina de atividades físicas é um fator conhecido na redução do risco de se contrair diversos tipos de câncer.
Atividade recreacional

Este estudo, publicado na revista científica Cancer Epidemiology, Biomarkers & Prevention, acompanhou 73.614 mulheres com idades entre 50 e 74 anos recrutadas pela Sociedade Americana do Câncer entre 1992 e 1993 para monitorar a incidência do câncer.

Elas responderam questionários sobre sua saúde e a respeito de quanto tempo permaneciam ativas e participando de atividades como caminhar, nadar e fazer exercícios aeróbicos. Elas também registraram quanto tempo ficavam sentadas assistindo televisão ou lendo.

Elas preencheram os mesmos questionários em intervalos de dois anos entre 1997 e 2009.

Andar como única atividade recreacional foi o hábito mencionado por 47% das pesquisadas.

Aquelas que andavam ao menos sete horas por semana tiveram uma redução de 14% no risco de câncer de mama, comparado com aquelas que andavam apenas três ou menos horas por semana.

Alpa Patel, epidemiologista da Sociedade Americana do Câncer em Atlanta, na Georgia, que liderou o estudo, afirmou: "Dado que mais de 60% das mulheres relataram andar diariamente, promover a caminhada como uma atividade saudável de lazer pode ser uma estratégia efetiva para aumentar a atividade física entre as mulheres em fase de pós-menopausa."

"Ficamos contentes em descobrir que sem nenhuma outra atividade recreacional, apenas andar uma hora por dia foi associado com menor risco de câncer de mama nessas mulheres".

"Atividades mais longas e extenuantes reduziram ainda mais o risco."

A baronesa Delyth Morgan, executive-chefe da Campanha Contra o Câncer de Mama afirmou: "Este estudo adiciona mais evidências de que nossas escolhas de estilo de vida podem influenciar o risco de câncer de mama e mostra que mesmo mudanças pequenas incorporadas às nossas atividades cotidianas podem fazer a diferença."

"Nós sabemos que a melhor arma para superar o câncer de mama é a habilidade de interrompê-lo, em primeiro lugar."

"O desafio agora é saber como transformamos essas descobertas em ação e como identificamos outras mudanças de estilo de vida sustentáveis que nos ajudarão a prevenir o câncer de mama."

BBC

quinta-feira, 3 de março de 2011

Consumo de álcool aumenta o risco de câncer de mama

Um estudo do Instituto Nacional do Câncer dos Estados Unidos constatou que o consumo moderado de álcool aumenta o risco da mulher desenvolver o câncer de mama.

Para as mulheres que estão na pré-menopausa, dois drinques por dia causam um aumento dos níveis de estrogênio no corpo, o que seria o responsável pelo surgimento do câncer de mama. As mulheres que bebem de forma moderada, de uma ou duas doses diárias de álcool, aumentam em 32% as chances de desenvolver os tumores.

Aquelas que bebem menos de uma dose diária aumentam os riscos em 7%. As mulheres que bebem três ou mais doses diárias podem aumentar em até 51% os riscos de desenvolver o câncer de mama. A relação entre álcool e câncer não é de hoje e o tipo de bebida que causa a doença é indiferente.

Cerveja, vinho ou destilado, o responsável pela doença é o etanol contido neles.

Fonte: Portal R7
Notícia publicada em: 01/03/2011
Autor: Indefinido

abcfarma

domingo, 26 de dezembro de 2010

ANVISA ALTERA INDICAÇÃO DE BAVACIZUMABE

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) solicitou nesta quarta-feira (22/12) ao fabricante do quimioterápico Avastin® (bevacizumabe), a indústria farmacêutica Roche, que altere a bula do medicamento no trecho onde está a indicação aprovada para o tratamento de pacientes com câncer de mama metastático ou recorrente.

As alterações determinadas pela Anvisa farão com que as bulas passem a indicar que a administração do Avastin em pacientes com câncer de mama e metástase deve ser associada ao antineoplásico paclitaxel, da família dos taxanos, que são quimioterápicos que impedem o crescimento celular por meio do bloqueio a divisão das células.

Ao mesmo tempo, ainda de acordo com a reformulação da bula orientada pela Anvisa, a empresa deverá informar que o Avastin, nestes pacientes com câncer de mama metastático ou recorrente, o tratamento não deve ser prescrita em associação a outro taxano, o docetaxe.

As reações mais severas já identificadas são acidente vascular cerebral, perfurações gastrintestinais, hemorragias, trombose arterial, problemas cardiovasculares, proteinúria (perda de albumina pela urina) e o desenvolvimento de uma condição neurológica chamada de Síndrome Leucoencefalopática Posterior Reversível (SLPR), caracterizada por pressão arterial alta, dores de cabeça, confusão mental, convulsões e perda da visão e edema cerebral.

anvisa

quinta-feira, 16 de dezembro de 2010

FDA REVOGA A INDICAÇÃO DA BEVACIZUMAB PARA CÂNCER DE MAMA

A Food and Drug Administration anunciou hoje (16 de dezembro) que está recomendando que Avastin (bevacizumab) não pode ser utilizados para tratar o câncer de mama.

Quatro estudos encontraram que o medicamento não aumenta a sobrevida dos pacientes com pacientes com câncer de mama avançado, nem retarda a propagação do câncer.

Foi encontrada uma ligação entre a droga ea hipertensão severa, sangramento e hemorragia e do desenvolvimento de perfurações no septo nasal, bem como no estômago e nos intestinos. A droga também está associada a ataques cardíacos e insuficiência cardíaca.

O anúncio não tem efeito sobre o uso da droga para tratar câncer de cólon, pulmão, rim e cérebro.

Os médicos que tratam seus pacientes com Avastin para câncer da mama deve usar seu próprio julgamento para saber se seus pacientes devem continuar a usar a droga, disse o FDA.

livescience

segunda-feira, 20 de setembro de 2010

Agrião pode ajudar a combater crescimento de câncer de mama

Uma substância presente no agrião pode bloquear a formação de vasos sanguíneos que alimentam tumores, mostra uma pesquisa da Universidade de Southampton, na Inglaterra.
Para chegar à conclusão, os cientistas deram uma porção de 80 g de agrião a um grupo de mulheres que já tinham tido câncer de mama.
Exames de sangue feitos nas voluntárias nas 24 horas seguintes ao consumo detectaram níveis significativos do composto feniletil isotiocianato, do agrião, nas amostras.
No mesmo período, os pesquisadores também constataram a inibição de uma proteína ligada à formação dos vasos sanguíneos que levam nutrientes ao tumor.
A pesquisa acaba de ser publicada no "British Journal of Nutrition and Biochemical Pharmacology".

Fonte: Folha de S.Paulo
Notícia publicada em: 16/09/2010
Autor: Indefinido

abcfarma