A FDA (agência reguladora de medicamentos dos Estados Unidos) publicou uma norma em que recomenda a médicos que parem de prescrever drogas vendidas com receita que tenham doses superiores a 325 mg de paracetamol associadas a outra substância -como o Vicodin, que não é vendido no Brasil.
O paracetamol é um analgésico comum presente em medicamentos vendidos com prescrição médica e em remédios disponíveis nas gôndolas das farmácias, como o Tylenol.
A resolução da agência vem na esteira de uma série de regulações prévias sobre a substância e de estudos clínicos que relacionam o composto a graves danos ao fígado.
O problema que a regra tenta resolver é o de pessoas que usam pílulas que combinam algum medicamento ao paracetamol sem saber da presença do analgésico na fórmula e acabam tomando outro remédio que também tenha o paracetamol ao mesmo tempo.
Casos graves de danos ao fígado ocorreram em pacientes que tomaram mais de um remédio com paracetamol ou uma dose maior do que a recomendada em 24 horas (3 g) e ingeriram álcool com o remédio, segundo a agência.
CFF
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segunda-feira, 20 de janeiro de 2014
quarta-feira, 12 de setembro de 2012
Remédios que viram doenças
Eles são acessíveis, relativamente baratos, fáceis de tomar, provocam alívio quase imediato e, para muitos, parecem totalmente inofensivos. No entanto, especialistas alertam que o uso abusivo de alguns medicamentos simples, como descongestionantes nasais, antiinflamatórios, analgésicos e antibióticos, pode levar a intoxicações graves ou ao retorno dos sintomas desagradáveis.
Os seus riscos também preocupam a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), que admite falhas no controle da venda de remédios e informa que deverá partir para uma nova estratégia: mais campanhas e maior fiscalização nas farmácias.
Informações do Datasus 2012 mostram que o consumo excessivo de medicamentos é a principal causa de intoxicação no país: 9.869 (37%) casos até junho. A curva cresceu 135% de 2007 — início dos registros de intoxicações exógenas (onde inclui-se a por remédio) — a 2011, ano que registrou 63.308 casos no Brasil. Crianças entre 1 e 4 anos são as mais afetadas (cerca de 30%).
ALERTA PARA OS DESCONGESTIONANTES
Por experiência, sabemos que os descongestionantes são os principais causadores de intoxicações por uso acidental, especialmente em crianças — disse a coordenadora clínica do Centro de Controle de Intoxicações da UFF, Lília Ribeiro Guerra. — Noto as intoxicações aumentarem a cada dia, mas não há uma política eficiente de prevenção. Além disso, o nosso centro hoje é o único do estado do Rio.
Somente depois do susto de ter a sobrinha Ana Clara Costa, de 14 anos, internada por três dias na UTI do Hospital Quinta D’Or, Solange Costa se convenceu do perigo do uso indiscriminado de descongestionante nasal: — A Clara começou a usá-lo por causa de uma gripe há dois anos. Como é vendido sem receita, virou um vício.
Um dia ela começou a passar mal, a ter tonteiras, ver tudo escuro, chegou a desmaiar no chuveiro. Os batimentos foram a 40 por minuto e a pressão caiu muito rápido. Foi a 7 por 4 — conta.
Segundo a pediatra da emergência que atendeu Ana Clara, Sabrina Barreira, este não foi o primeiro caso de intoxicação por descongestionante nasal.
— Já atendi crianças intoxicadas com a nafazolina, presente em alguns descongestionantes, e que precisa de receita médica. Esta substância não pode ser administrada para crianças abaixo de 12 anos. A versão infantil é composta de cloreto de sódio, que serve apenas para limpar o nariz. Os alérgicos adultos o usam com frequência, mas eles podem ter efeito rebote, ou seja, podem levar ao aumento da congestão nasal.
NOVA AUDIÊNCIA PÚBLICA ESTE MÊS
A coordenadora da Cardiologia do Quinta D’Or, Jacqueline Sampaio, lembra que, até para adultos, o uso não deve ser feito sem prescrição médica.
— Indivíduos cardiopatas, hipertensos, podem ter aceleração do coração, mesmo em doses normais. Há, portanto, pessoas que não podem usá-lo.
Em 2010, a Anvisa determinou a venda de antibióticos com retenção de receita médica para combater as bactérias superresistentes. Apesar de não necessitarem prescrição para venda, analgésicos e anti-inflamatórios também preocupam a agência. Dados dos últimos dois meses do IMS Health, empresa de consultoria em marketing farmacêutico, mostram que Dorflex, Neosaldina e Torsilax foram os mais vendidos no país. A Anvisa chegou a determinar que os comprimidos ficassem atrás do balcão das farmácias. Por não ter surtido efeito, a decisão foi revogada.
— A Anvisa dá um passo à frente e dois atrás — criticou a coordenadora do Sistema Nacional de Informações Toxico Farmacológicas da Fiocruz, Rosany Bochner, que ainda cobrou embalagens de remédios mais seguras e um maior controle das propagandas.
Segundo o diretor-presidente da Anvisa, Dirceu Barbano, em 27 de setembro haverá em Brasília uma audiência pública para discutir a venda consciente de remédios. Ele reconhece a necessidade de campanhas e as falhas no controle das farmácias, e diz que a retenção de receitas não é melhor saída.
— Deve ser zero o número de punição por venda indiscriminada de droga tarjada. Há uma cultura de convivência passiva da farmácia e dos agentes de vigilância.
Num curto prazo, queremos mudar o comportamento, aumentando o controle e as atitudes educativas — afirma Barbano. — Temos capacidade de controle de fabricação e distribuição com rigor de países desenvolvidos, mas nas farmácias vivemos uma fragilidade de país subdesenvolvido.
Superdosagem - Alerta para os medicamentos
ANTIBIÓTICOS.
Em 2010, a Anvisa determinou a retenção de receita médica para a venda de antibiótico. A norma anterior já previa a venda apenas com prescrição médica, o que não era cumprido. O uso excessivo de antibiótico vinha levando à reprodução de bactérias multirresistentes e reduzindo sua eficácia. O uso abusivo pode provocar lesões hepáticas e surdez.
PARACETAMOL.
A substância compõe analgésicos e deve ser administrada a cada seis horas. Se usada na dose errada, pode causar hepatite fulminante, levando até à morte. Em períodos de epidemia de dengue, o Centro de Controle de Intoxicações, em Niterói, registrou casos de superdosagem.
Nos EUA, a FDA (agência de controle de remédios) determinou que os fabricantes advertissem os consumidores sobre possíveis danos ao fígado.
ÁCIDO ACETILSALICÍLICO.
Os comprimidos AAS estão entre os mais vendidos no mundo e têm função anti-inflamatória, mas sua superdosagem pode levar a lesões hepáticas. Além disso, deve ser evitado em pacientes contaminados pela dengue.
DIPIRONA.
Prescrita para combater dores, a substância foi proibida nos EUA, sob a justificativa de que causaria agranulocitose (redução do número de leucócitos). Estudos posteriores e a Anvisa discordam. A substância pode provocar alergias.
Os seus riscos também preocupam a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), que admite falhas no controle da venda de remédios e informa que deverá partir para uma nova estratégia: mais campanhas e maior fiscalização nas farmácias.
Informações do Datasus 2012 mostram que o consumo excessivo de medicamentos é a principal causa de intoxicação no país: 9.869 (37%) casos até junho. A curva cresceu 135% de 2007 — início dos registros de intoxicações exógenas (onde inclui-se a por remédio) — a 2011, ano que registrou 63.308 casos no Brasil. Crianças entre 1 e 4 anos são as mais afetadas (cerca de 30%).
ALERTA PARA OS DESCONGESTIONANTES
Por experiência, sabemos que os descongestionantes são os principais causadores de intoxicações por uso acidental, especialmente em crianças — disse a coordenadora clínica do Centro de Controle de Intoxicações da UFF, Lília Ribeiro Guerra. — Noto as intoxicações aumentarem a cada dia, mas não há uma política eficiente de prevenção. Além disso, o nosso centro hoje é o único do estado do Rio.
Somente depois do susto de ter a sobrinha Ana Clara Costa, de 14 anos, internada por três dias na UTI do Hospital Quinta D’Or, Solange Costa se convenceu do perigo do uso indiscriminado de descongestionante nasal: — A Clara começou a usá-lo por causa de uma gripe há dois anos. Como é vendido sem receita, virou um vício.
Um dia ela começou a passar mal, a ter tonteiras, ver tudo escuro, chegou a desmaiar no chuveiro. Os batimentos foram a 40 por minuto e a pressão caiu muito rápido. Foi a 7 por 4 — conta.
Segundo a pediatra da emergência que atendeu Ana Clara, Sabrina Barreira, este não foi o primeiro caso de intoxicação por descongestionante nasal.
— Já atendi crianças intoxicadas com a nafazolina, presente em alguns descongestionantes, e que precisa de receita médica. Esta substância não pode ser administrada para crianças abaixo de 12 anos. A versão infantil é composta de cloreto de sódio, que serve apenas para limpar o nariz. Os alérgicos adultos o usam com frequência, mas eles podem ter efeito rebote, ou seja, podem levar ao aumento da congestão nasal.
NOVA AUDIÊNCIA PÚBLICA ESTE MÊS
A coordenadora da Cardiologia do Quinta D’Or, Jacqueline Sampaio, lembra que, até para adultos, o uso não deve ser feito sem prescrição médica.
— Indivíduos cardiopatas, hipertensos, podem ter aceleração do coração, mesmo em doses normais. Há, portanto, pessoas que não podem usá-lo.
Em 2010, a Anvisa determinou a venda de antibióticos com retenção de receita médica para combater as bactérias superresistentes. Apesar de não necessitarem prescrição para venda, analgésicos e anti-inflamatórios também preocupam a agência. Dados dos últimos dois meses do IMS Health, empresa de consultoria em marketing farmacêutico, mostram que Dorflex, Neosaldina e Torsilax foram os mais vendidos no país. A Anvisa chegou a determinar que os comprimidos ficassem atrás do balcão das farmácias. Por não ter surtido efeito, a decisão foi revogada.
— A Anvisa dá um passo à frente e dois atrás — criticou a coordenadora do Sistema Nacional de Informações Toxico Farmacológicas da Fiocruz, Rosany Bochner, que ainda cobrou embalagens de remédios mais seguras e um maior controle das propagandas.
Segundo o diretor-presidente da Anvisa, Dirceu Barbano, em 27 de setembro haverá em Brasília uma audiência pública para discutir a venda consciente de remédios. Ele reconhece a necessidade de campanhas e as falhas no controle das farmácias, e diz que a retenção de receitas não é melhor saída.
— Deve ser zero o número de punição por venda indiscriminada de droga tarjada. Há uma cultura de convivência passiva da farmácia e dos agentes de vigilância.
Num curto prazo, queremos mudar o comportamento, aumentando o controle e as atitudes educativas — afirma Barbano. — Temos capacidade de controle de fabricação e distribuição com rigor de países desenvolvidos, mas nas farmácias vivemos uma fragilidade de país subdesenvolvido.
Superdosagem - Alerta para os medicamentos
ANTIBIÓTICOS.
Em 2010, a Anvisa determinou a retenção de receita médica para a venda de antibiótico. A norma anterior já previa a venda apenas com prescrição médica, o que não era cumprido. O uso excessivo de antibiótico vinha levando à reprodução de bactérias multirresistentes e reduzindo sua eficácia. O uso abusivo pode provocar lesões hepáticas e surdez.
PARACETAMOL.
A substância compõe analgésicos e deve ser administrada a cada seis horas. Se usada na dose errada, pode causar hepatite fulminante, levando até à morte. Em períodos de epidemia de dengue, o Centro de Controle de Intoxicações, em Niterói, registrou casos de superdosagem.
Nos EUA, a FDA (agência de controle de remédios) determinou que os fabricantes advertissem os consumidores sobre possíveis danos ao fígado.
ÁCIDO ACETILSALICÍLICO.
Os comprimidos AAS estão entre os mais vendidos no mundo e têm função anti-inflamatória, mas sua superdosagem pode levar a lesões hepáticas. Além disso, deve ser evitado em pacientes contaminados pela dengue.
DIPIRONA.
Prescrita para combater dores, a substância foi proibida nos EUA, sob a justificativa de que causaria agranulocitose (redução do número de leucócitos). Estudos posteriores e a Anvisa discordam. A substância pode provocar alergias.
quarta-feira, 15 de fevereiro de 2012
Perigos da automedicação
Um medicamento mal administrado pode trazer conseqüências muitas vezes inimagináveis. Um inofensivo comprimido para febre pode ser uma substância perigosa, quando ingerido com outro, em dosagem errada ou por uma pessoa alérgica.
Diclofenaco - Presente em antiinflamatórios, a substância pode causar úlcera a diarréias crônicas e reações em quem é alérgico. Em interação com diuréticos, pode anular seu efeito.
Dipirona - Presente em antitérmicos e analgésicos, a dipirona pode diminuir o efeito de alguns remédios para pressão alta e potencializar a ação de anticoagulantes, de certas drogas psiquiátricas, como lítio, e de alguns remédios para câncer.
Escopolamina - Presente em remédios para aliviar cólicas menstruais, pode causar taquicardia e retenção urinária.
Fluoxetina - Presente em antidepressivos, a substância pode diminuir a libido e provocar ideias suicidas e excitação exagerada (mania). Em interação com alguns antiinflamatórios e analgésicos, pode causar sangramento estomacal ou intestinal.
Isometepteno - Presente em analgésicos, pode piorar a pressão alta. Com antipsicóticos como a clorpromazina, a substância provoca queda da temperatura do corpo (hipotermia).
Paracetamol - Presente em analgésicos e antitérmicos, pode causar danos ao fígado em dosagens superiores a quatro miligramas por dia.
Clonazepam - Presente em ansiolíticos e antidepressivos, pode causar vertigens, tremores, perda de equilíbrio, dificuldade de movimento e dependência, ou seja, vicia. Bebidas alcoólicas aumentam seu efeito com reações imprevisíveis.
PORTAL EDUCAÇÃO
Diclofenaco - Presente em antiinflamatórios, a substância pode causar úlcera a diarréias crônicas e reações em quem é alérgico. Em interação com diuréticos, pode anular seu efeito.
Dipirona - Presente em antitérmicos e analgésicos, a dipirona pode diminuir o efeito de alguns remédios para pressão alta e potencializar a ação de anticoagulantes, de certas drogas psiquiátricas, como lítio, e de alguns remédios para câncer.
Escopolamina - Presente em remédios para aliviar cólicas menstruais, pode causar taquicardia e retenção urinária.
Fluoxetina - Presente em antidepressivos, a substância pode diminuir a libido e provocar ideias suicidas e excitação exagerada (mania). Em interação com alguns antiinflamatórios e analgésicos, pode causar sangramento estomacal ou intestinal.
Isometepteno - Presente em analgésicos, pode piorar a pressão alta. Com antipsicóticos como a clorpromazina, a substância provoca queda da temperatura do corpo (hipotermia).
Paracetamol - Presente em analgésicos e antitérmicos, pode causar danos ao fígado em dosagens superiores a quatro miligramas por dia.
Clonazepam - Presente em ansiolíticos e antidepressivos, pode causar vertigens, tremores, perda de equilíbrio, dificuldade de movimento e dependência, ou seja, vicia. Bebidas alcoólicas aumentam seu efeito com reações imprevisíveis.
PORTAL EDUCAÇÃO
domingo, 4 de dezembro de 2011
DOSE MÁXIMA DE PARACETAMOL
Em relação à reportagem "Analgésico causa overdose a conta-gotas" ("Saúde", ontem), a Johnson & Johnson, responsável pela marca Tylenol, cujo princípio ativo é o paracetamol, informa que centenas de estudos demonstram que essa substância é segura quando utilizada de acordo com as doses e a frequência indicadas na bula.
O uso do Tylenol é indicado para a redução de febre e alívio temporário de dores leves a moderadas. Conforme registro na Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária), a dose máxima diária permitida é de 4 gramas para adultos e 75 miligramas por quilo em crianças. Em caso de consumo acima do indicado na bula, é importante que os pacientes procurem a orientação médica.
Eli Marcelo Lakryc é diretor médico da Johnson & Johnson
TUDO FARMA
O uso do Tylenol é indicado para a redução de febre e alívio temporário de dores leves a moderadas. Conforme registro na Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária), a dose máxima diária permitida é de 4 gramas para adultos e 75 miligramas por quilo em crianças. Em caso de consumo acima do indicado na bula, é importante que os pacientes procurem a orientação médica.
Eli Marcelo Lakryc é diretor médico da Johnson & Johnson
TUDO FARMA
sexta-feira, 2 de setembro de 2011
CÉLULAS DENDRÍTICAS E PARACETAMOL
Um estudo publicado no jornal Hepatologia relatou a descoberta que células dendríticas no fígado têm uma função protetora contra a toxicidade do paracetamol. O fármaco é de venda sem prescrição médica e está presente em diversos analgésicos, antitérmicos e antigripais; sendo a causa de diversos casos de intoxicação intencional ou não.
http://www.news-medical.net/news/20110902/Dendritic-cells-play-central-role-in-regulation-of-acetaminophens-toxicity.aspx
http://www.news-medical.net/news/20110902/Dendritic-cells-play-central-role-in-regulation-of-acetaminophens-toxicity.aspx
quarta-feira, 11 de maio de 2011
terça-feira, 3 de maio de 2011
quarta-feira, 13 de abril de 2011
segunda-feira, 17 de janeiro de 2011
FDA PEDE MUDANÇAS EM ANALGÉSICOS À BASE DE PARACETAMOL
A FDA (agência americana para o controle de medicamentos) disse nesta quinta-feira que os remédios que contêm acetaminofeno, a substância ativa de muitos analgésicos como o Tylenol, devem advertir os consumidores sobre possíveis danos ao fígado.
A agência pediu aos fabricantes que incorporem a advertência em seus rótulos e que limitem a dose de um comprimido a 325 miligramas, para reduzir os riscos para o órgão.
As mudanças não se aplicam aos medicamentos sem receita médica, mas a analgésicos combinados de prescrição médica como Percocet, Vicodin e Tylenol con codeína.
'As overdoses de produtos combinados de prescrição médica que contêm acetaminofeno são responsáveis por quase a metade de todos os casos de dano ao fígado vinculado ao acetaminofeno nos Estados Unidos, muitos dos quais resultam em transplante de fígado ou morte', disse Sandra Kweder, vice-diretora do gabinete de novos medicamentos da FDA.
A agência também advertiu sobre o perigo de ingerir álcool combinado com acetaminofeno, que já se sabe há muito tempo que afeta o fígado
Fonte: Folha Online
Notícia publicada em: 13/01/2011
Autor: Indefinido
abcfarma
A agência pediu aos fabricantes que incorporem a advertência em seus rótulos e que limitem a dose de um comprimido a 325 miligramas, para reduzir os riscos para o órgão.
As mudanças não se aplicam aos medicamentos sem receita médica, mas a analgésicos combinados de prescrição médica como Percocet, Vicodin e Tylenol con codeína.
'As overdoses de produtos combinados de prescrição médica que contêm acetaminofeno são responsáveis por quase a metade de todos os casos de dano ao fígado vinculado ao acetaminofeno nos Estados Unidos, muitos dos quais resultam em transplante de fígado ou morte', disse Sandra Kweder, vice-diretora do gabinete de novos medicamentos da FDA.
A agência também advertiu sobre o perigo de ingerir álcool combinado com acetaminofeno, que já se sabe há muito tempo que afeta o fígado
Fonte: Folha Online
Notícia publicada em: 13/01/2011
Autor: Indefinido
abcfarma
terça-feira, 30 de novembro de 2010
Paracetamol é ligado a alergias em crianças
Mas maiores pesquisas são necessárias para esclarecer essa descoberta, e os benefícios do paracetamol para controlar a febre ainda são maiores do que o potencial para o desenvolvimento posterior de alergias, disse Julian Crane, professor da Universidade de Otago, em Wellington, autor do estudo.
"O problema é que o paracetamol é dado livremente às crianças", afirmou.
O relatório, publicado na revista "Alergia Clínica e Experimental", é baseado no Estudo Cohort em Asma e Alergia, da Nova Zelândia, que investigou o uso de paracetamol em 505 crianças na cidade de Christchurch e 914 crianças entre 5 e 6 anos de idade na mesma cidade para ver se desenvolviam sinais de sensibilidade para asma ou alergias.
"A maior descoberta foi que crianças que usam paracetamol antes dos 15 meses de idade (90 %) tinham mais de três vezes maior probabilidade de se tornarem sensíveis a substâncias alérgicas e duas vezes mais probabilidade de desenvolver asma aos 6 anos em relação às crianças que não usam paracetamol", disse Crane, em comunicado.
"No entanto, ainda não sabemos por que isso ocorre. Precisamos de testes clínicos para ver se essas associações são causais ou não, e esclarecer o uso dessa medicação."
Mas as descobertas mostram um risco maior para aqueles com graves sintomas de asma.
Ele disse que na falta de outras opções e estudos confirmando uma ligação causal, o paracetamol deveria continuar sendo usado por enquanto.
"Se eu tivesse um filho com febre, eu lhe daria paracetamol", acrescentou
Fonte: Portal Folha.com
Notícia publicada em: 29/11/2010
Autor: Indefinido
abcfarma
"O problema é que o paracetamol é dado livremente às crianças", afirmou.
O relatório, publicado na revista "Alergia Clínica e Experimental", é baseado no Estudo Cohort em Asma e Alergia, da Nova Zelândia, que investigou o uso de paracetamol em 505 crianças na cidade de Christchurch e 914 crianças entre 5 e 6 anos de idade na mesma cidade para ver se desenvolviam sinais de sensibilidade para asma ou alergias.
"A maior descoberta foi que crianças que usam paracetamol antes dos 15 meses de idade (90 %) tinham mais de três vezes maior probabilidade de se tornarem sensíveis a substâncias alérgicas e duas vezes mais probabilidade de desenvolver asma aos 6 anos em relação às crianças que não usam paracetamol", disse Crane, em comunicado.
"No entanto, ainda não sabemos por que isso ocorre. Precisamos de testes clínicos para ver se essas associações são causais ou não, e esclarecer o uso dessa medicação."
Mas as descobertas mostram um risco maior para aqueles com graves sintomas de asma.
Ele disse que na falta de outras opções e estudos confirmando uma ligação causal, o paracetamol deveria continuar sendo usado por enquanto.
"Se eu tivesse um filho com febre, eu lhe daria paracetamol", acrescentou
Fonte: Portal Folha.com
Notícia publicada em: 29/11/2010
Autor: Indefinido
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