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quarta-feira, 3 de outubro de 2012

Sírio-Libanês está perto de faturar R$ 1 bi

Autor: Cynthia Malta Considerado um dos melhores hospitais do país, o Sírio-Libanês vai registrar receita de quase R$ 1 bilhão neste ano. Em 2011, a receita total foi de pouco mais de R$ 815 milhões. O lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortizações (Ebtida, na sigla em inglês), vai ficar em torno de R$ 115 milhões. "Tem sido um bom ano", diz o seu superintendente de estratégia corporativa, Paulo Chapchap, que conduz projeto de expansão no valor de R$ 900 milhões.

Esse programa, cujo objetivo é dobrar a área útil do hospital até 2017, absorveu R$ 227 milhões neste ano. Em 2013 mais R$ 260 milhões serão desembolsados. Chapchap, médico especializado em transplante de fígado, informou que o hospital conta hoje com 90 mil metros quadrados. Com a ampliação, serão acrescentados outros 87 mil. O número de leitos vai dobrar, para 710.

A maior parte dos recursos - R$ 430,6 milhões -, vem do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES). O hospital também terá US$ 25 milhões do banco francês Proparco e US$ 15 milhões do alemão DEG. O restante, para chegar aos R$ 900 milhões, vem do caixa do Sírio-Libanês. "O dinheiro mais caro é o do BNDES", diz Chapchap. Mas a redução da TJLP (que em setembro fechou a 0,45% e há um ano estava em 0,49%) é vista como um bom sinal pelo executivo.

O hospital também estuda construir mais um prédio, para abrigar 60 leitos para pacientes crônicos, em um terreno na avenida 9 de Julho, na região central da capital paulista, a cerca de 50 metros da unidade principal do Sírio-Libanês. "Faz parte do plano diretor, mas não está no projeto dos R$ 900 milhões", diz Chapchap, que ainda estuda como esse projeto adicional será financiado.

A expansão do Sírio-Libanês, fundado há 90 anos por um grupo de mulheres pertencentes à primeira leva de imigrantes de sírios e libaneses ao Brasil, não é um projeto isolado. Hospitais privados estão investindo para ampliar suas estruturas. Ainda assim, a carência é grande. "Há 380 mil leitos no Brasil, a maior parte com pouca tecnologia. E há necessidade de mais 50 mil leitos", diz o médico.

A falta de camas para acomodar doentes vem acompanhada de falta de pessoal treinado. Nas contas de Chapchap, "para cada dois leitos, precisa-se de uma enfermeira e dois técnicos de enfermagem". O setor de saúde também carece de mão de obra especializada em gestão. Nessa área, o Sírio-Libanês desenvolve um curso para gestores com a Fundação Dom Cabral e faz parte desse plano ajudar a formar gestores para o Sistema Único de Saúde (SUS).

Para melhorar a qualidade do setor de saúde no país, ele não vê outra saída: "Tem que desengessar o setor público para o setor privado poder ajudar, poder entrar". Ele dá o exemplo do Instituto do Câncer do Estado de São Paulo (Icesp), uma organização social de saúde (OSS) criada pelo governo paulista em 2008, em parceria com a Fundação Faculdade de Medicina de São Paulo. Uma OSS permite que contratações sejam feitas pela CLT (Consolidação das Leis do Trabalho), o que facilita, por exemplo, demissões de funcionários, quando necessário.

TUDO FARMA

terça-feira, 24 de abril de 2012

O que é um hospital inteligente?

Hospital Inteligente é o novo conceito cunhado pelos americanos para entidades de saúde totalmente digitalizadas. Este parece ser o futuro dos hospitais que buscam qualidade, eficiência e produtividade. Desapegar do papel talvez seja o primeiro passo para o alcance desse tamanho avanço tecnológico, mas está longe de ser o suficiente.
 Para uma unidade “sem papel” (paperless) não basta digitalizar os prontuários eletrônicos, mas integrá-los a todas as áreas clínicas do hospital como farmácia, centro cirúrgico, departamentos de imagens, entre outros.
De acordo com o presidente da Sociedade Brasileira de Informática em Saúde (SBIS) e Diretor de TI da Bionexo, Cláudio Giulliano Alves da Costa, o retorno de uma digitalização bem sucedida são:

-exclusão do papel
-maior eficiência e produtividade
-redução significativa de custos
-maior qualidade na atenção ao paciente
-melhores indicadores como, por exemplo, menores índices de eventos adversos.
“A informação trafega de forma eletrônica e digital, melhorando o funcionamento do hospital”, afirma Costa durante o Encontro Nacional Unimed de Recursos e Serviços Próprios, desta quinta-feira (19).

Por onde começar?

Para tornar-se uma instituição inteligente, é preciso, segundo o presidente da SBIS, planejar com cautela as ações. Costa lista os passos fundamentais:

-Projeto
-Planejamento
-Organização dos Processos
-Padronização dos Cadastros
-Boa Infraestrutura de Sistemas/rapidez

Apesar da tendência apontar para a digitalização da saúde, e os resultados serem promissores, existem, atualmente, barreiras evidentes. Entre elas:

-Altos custos
-Mudança de cultura dos profissionais
-Interfaces ruins
-Desafios em relação à segurança, privacidade e confidencialidade
-Falta de visão ou conhecimento

Este foi o cenário exposto pelo presidente da SBIS, e fica evidente que uma quebra de paradgima terá que acontecer para a expansão de redes de saúde integradas e inteligentes.

SAÚDE WEB

sábado, 4 de dezembro de 2010

PONTOS DE VISTA DENOMINACIONAIS

Nossa fé peculiar, porém, não deve ser discutida com os pacientes. Suas mentes não devem ser desnecessariamente instigadas com assuntos em que diferem de nós, a não ser que eles próprios o desejem; e então se deve ter muito cuidado para não agitar a mente impondo-lhes nossa crença pessoal. A influência silenciosa realizará mais do que o entrar em controvérsia aberta.

E.G.W. C.S.S. PG 245

sábado, 27 de novembro de 2010

BENEFICÊNCIA SOCIAL

As igrejas, que têm pobres entre elas, não devem negligenciar a sua mordomia e lançar a carga dos pobres e enfermos sobre o hospital. Todos os membros das várias igrejas são responsáveis perante Deus por seus doentes. Devem eles carregar os próprios fardos desses. Se tiverem pessoas doentes entre eles, as quais desejam que sejam beneficiadas por tratamento, devem eles, se puderem, enviá-las à clínica. Ao fazerem isso, não só estarão favorecendo a instituição que Deus estabeleceu, mas estarão auxiliando aqueles que necessitam de ajuda, cuidando dos pobres como Deus deseja que o façamos.

Não é plano de Deus que a pobreza desapareça do mundo. As classes sociais jamais deveriam ser igualadas; pois a diversidade de condições que caracteriza nossa raça é um dos meios pelos quais Deus tem pretendido provar e desenvolver o caráter. Muitos têm insistido com grande entusiasmo em que todos os homens devem ter parte igual nas bênçãos temporais de Deus; não era este, porém, o propósito do Criador. Cristo afirmou que sempre teremos conosco os pobres. Os pobres, bem como os ricos, são comprados por seu sangue; e, entre os Seus professos seguidores, na maioria dos casos, os primeiros O servem com singeleza de propósito, enquanto os últimos estão constantemente colocando as suas afeições nos tesouros terrenos, e Cristo é esquecido. Os cuidados desta vida e a ambição das riquezas eclipsam a glória do mundo eterno. Seria a maior desgraça que já sobreveio à humanidade se todos devessem ser colocados em posição de igualdade em possessões terrenas.

E.G.W. C.S.S. PG 230

Humildade e Abnegação

Nunca devemos confiar na reputação e categoria mundanas. Nunca, ao fundar instituições, deveremos buscar competir com as instituições mundanas em tamanho e esplendor.

Alcançaremos a vitória, não erguendo edifícios maciços, nem rivalizando com os nossos oponentes, mas cultivando espírito cristão - espírito manso e humilde. Mais valem a cruz e as esperanças frustradas, com a vida eterna afinal, do que viver como príncipes e perder o Céu.

O Salvador da humanidade nasceu de pais humildes, num mundo mau e amaldiçoado por causa do pecado. Foi criado na obscuridade de Nazaré, pequena cidade da Galiléia. Começou o Seu trabalho na pobreza e sem alta linhagem mundana. Assim introduziu Deus o evangelho, de maneira inteiramente diversa da que muitos em nossos dias consideram aconselhável para a proclamação do mesmo evangelho.

No próprio início da dispensação evangélica ensinou Ele à Sua igreja a não confiar na grandeza nem no esplendor mundanos, mas no poder da fé e da obediência. O favor de Deus é de maior valor que o ouro e a prata. O poder do Seu Espírito é de valor incalculável.

E.G.W. C.S.S. PG 226 e 227.