Essas três marcas contém em sua fórmula a norentidrona, uma substância que não é proibida, mas que produz o mesmo metabólito (19-norandrosterona) da nandrolona, considerada doping. Em 2011, a ginecologista Tathiana Parmigiano identificou duas atletas da seleção de basquete que usavam tais anticoncepcionais.
Sugeriu, então, que mudassem de pílula antes que pudessem vir a ser flagradas no exame antidoping.
Pela segunda Olimpíada consecutiva, o manual médico do COB trouxe os anticoncepcionais proibidos, mas nem todas as atletas estão cientes disso. "Não sei se a pílula que tomo pode dar doping", disse Juliana Veloso, dos saltos ornamentais.