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sexta-feira, 21 de fevereiro de 2014

Ansiedade atinge um em cada três brasileiros endividados, diz pesquisa



Uma pesquisa feita por entidades de defesa do consumidor em cinco países aponta que os brasileiros apresentam mais sintomas de doenças decorrentes de problemas financeiros do que os europeus que enfrentam aguda crise econômica. Além disso, segundo o estudo, um em cada três brasileiros endividados têm problemas de ansiedade, além de falta de sono e dores de cabeça. A pesquisa foi divulgada nesta quarta-feira (19) pela Proteste Associação de Consumidores.

No Brasil, a saúde das pessoas é mais afetada do que a dos belgas, italianos, portugueses e espanhóis que têm dificuldades financeiras. Entre os brasileiros que estão endividados, 32% têm ansiedade; 24% problemas para dormir; 24% sentem irritabilidade e 17% dor de cabeça.

O levantamento mostra que em situação financeira desfavorável no Brasil são consumidos mais ansiolíticos e antidepressivos (30%) do que nos países europeus pesquisados – o percentual só é maior em Portugal (33%). A incidência do uso desses medicamentos ficou em 29% na Espanha, 18% na Itália e 17% na Bélgica.

O estudo também aponta que a confiança nas entidades de defesa do consumidor se mantém elevada nas situações de crise financeira e endividamento. O Brasil lidera esse quesito, com 69,7%, seguido de Portugal com 67,8%.

G1

segunda-feira, 18 de junho de 2012

Transtorno mental é 3ª causa de afastamento do trabalho.

Os transtornos mentais respondem pela terceira causa de afastamento do trabalho no Brasil, de acordo com levantamentos realizados pela Previdência Social de 2008 para cá. Essas doenças perdem apenas para as do sistema orteomuscular, caso da LER (Lesão por Esforço Repetitivo), e as lesões traumáticas.

Muitas vezes as patologias psiquiátricas se desenvolvem a partir do que se chama de estresse ocupacional. "Ele é ocasionado por vários fatores", considera Duílio Antero de Camargo, psiquiatra, médico do trabalho e coordenador do Grupo de Saúde Mental e Psiquiatria do Trabalho do Instituto de Psiquiatria do Hospital das Clínicas da Universidade de São Paulo.

"Ter de cumprir metas abusivas, por exemplo. Há muita cobrança, muita competitividade nos ambientes corporativos, e a pressão que se forma leva às alterações."

Entre os males, o mais comum é a depressão. "Em determinados anos, responde por mais de 50% dos afastamentos por transtorno mental", contabiliza Camargo. Como ela é mais comum entre as mulheres - na proporção de 3 para cada homem -, diz o médico, sua incidência predomina nas ocupações em que há mais profissionais do sexo feminino. "É muito verificada entre professoras", comenta.

E também se relaciona à fase da vida da mulher. "Pode aparecer quando ela está mais vulnerável, como após o nascimento de um filho ou na menopausa, períodos em que há várias alterações na parte endocrinológica."

Segunda colocada no ranking das causas de afastamento por doença psiquiátrica, a ansiedade pode estar associada a transtornos de estresse pós-traumático - eles surgem depois de acidentes graves com risco de morte.

Policiais e bombeiros são tradicionalmente os profissionais mais afetados, mas bancários, bastante sujeitos a assaltos, e caminhoneiros, que sofrem sequestros relâmpago sobretudo nas madrugadas, entraram para o grupo de risco.

Em terceiro lugar da lista estão as perturbações originadas pelo consumo de substâncias psicoativas, como álcool, maconha e cocaína. Elas atacam principalmente quem lida com aspectos sociais que a maioria das pessoas prefere evitar, caso de lixeiros e coveiros.

Esgotamento - Um dos distúrbios característicos do mercado de trabalho atual é o Burnout, uma síndrome de esgotamento profissional.

"Acomete pessoas perfeccionistas, que fazem do trabalho uma missão de vida e, quando não veem resultado ou reconhecimento, não conseguem mais realizar as tarefas às quais sempre se dedicou", descreve o psiquiatra do HC.

Nesses casos, mais uma vez os professores são as grandes vítimas.

Ansiedade - Vendedores que precisam cumprir metas quase impossíveis; executivos que tomam decisões vitais para a companhia; policiais, bombeiros e seguranças, que correm risco iminente de morte; profissionais da saúde, cuja responsabilidade é salvar vidas. O distúrbio adquire várias facetas, como a Síndrome do Pânico.

Síndrome de Burnout - É a completa exaustão emocional. O acometido pela doença não consegue mais exercer o trabalho a que antes se dedicava arduamente, por falta do devido reconhecimento ou dos resultados esperados ao longo de anos. Professores são bastante afetados.

Depressão - É o transtorno mental mais comum no mercado de trabalho e ataca mais as mulheres, especialmente nas fases da vida em que estão emocionalmente fragilizadas - como na chegada da menopausa; professoras são vítimas frequentes desse distúrbio.

Drogas - Atividades monótonas e repetitivas funcionam como gatilho para o consumo de álcool e de outras substâncias viciantes. Também recorrem a elas profissionais que precisam lidar com aspectos indesejáveis do cotidiano, como os coveiros e os lixeiros.

GRANADEIRO GUIMARÃES ADVOGADOS

quarta-feira, 6 de julho de 2011

FOTOGRAFIA DA PESSOA AMADA RELACIONADA COM TOLERÂNCIA À DOR

Um estudo realizado pela Universidade da Califórnia revela que o amor age no cérebro como um diminuidor da dor. Isso acontece porque a sensação age nas mesmas áreas do cérebro responsáveis pelas dores.

A pesquisa, liderada pela professora Naomi Eisenberger, analisou 17 mulheres que estavam em relacionamentos de longo prazo. Os pesquisadores usaram ressonância magnética para monitorar os cérebros das mulheres, enquanto administravam choques ao redor dos seus corpos.

As mulheres foram convidadas a olhar para fotos ao receber os choques que variaram entre um retrato de seu parceiro, estranhos, ou objetos parados. Às mulheres foram dada uma escala de 20 pontos para avaliar a sua dor após cada choque.

Os níveis de dor foram menores para as mulheres quando elas estavam olhando para uma foto de seu parceiro. Olhando depois para a ressonância magnética que correspondam a esses choques, os pesquisadores descobriram a atividade na região do cérebro associada com a dor, mas também descobriram atividade no córtex pré-frontal ventromedial, que é associado ao sentimento de segurança.

Olhando mais para as mulheres e as relações em que estavam, eles descobriram que quanto mais tempo as mulheres tinham de relacionamento e maior o apoio de seu parceiro, maior o nível de atividade no córtex pré-frontal ventromedial (VMPFC, na sigla em inglês).

Segundo o estudo, o VMPFC é capaz de inibir outros caminhos no cérebro responsáveis pelo medo e ansiedade, ou seja, esse nível de segurança no relacionamento ajudou a reduzir a dor.

Os pesquisadores também descobriram que o córtex cingulado anterior dorsal, uma área responsável pela resposta ao estresse, tinha menos atividade quando as mulheres estavam olhando para as fotos de seus entes queridos.

Fonte: Portal R7
Notícia publicada em: 06/07/2011
Autor: Indefinido

tudofarma

terça-feira, 22 de fevereiro de 2011

EXERCÍCIO FÍSICO NA ASMA

Um estudo realizado na Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (USP) revelou benefícios surpreendentes das atividades físicas para os pacientes que sofrem de asma.

"Os resultados do estudo mostram que os pacientes que realizaram atividade física tiveram uma redução de 66% nos sintomas de asma quando o exercício foi praticado de forma moderada e isso mostra que o exercício físico pode ser um aliado no controle da doença", revela o pesquisador Felipe Augusto Rodrigues Mendes.

Outra boa notícia foi a melhora no convívio social. Com a asma controlada e a capacidade de realização das atividades diárias, os cientistas observaram que a prática de exercícios reduziu significativamente o quadro de depressão e ansiedade nos pacientes.

Um artigo científico descrevendo o trabalho foi publicado na revista Chest.

diariodasaude