Uma ONG norte-americana que investiga as ações do governo pediu que a FDA (agência reguladora de remédios dos EUA) faça uma nova votação sobre os riscos dos anticoncepcionais com o hormônio drospirenona.
No dia 8 de dezembro, a FDA decidiu que os benefícios da pílula superam os riscos para as mulheres.
Estudos mostraram que esses contraceptivos (como a Yasmin e a Yaz) podem até triplicar o risco de formação de coágulos em relação às pílulas antigas, de levonorgestrel.
A ONG Project on Government Oversight pediu a reavaliação do caso após documentos públicos mostrarem que quatro dos 26 membros do comitê consultivo da FDA já tiveram laços com a indústria farmacêutica.
A ONG ainda pediu que a FDA divulgue os formulários sobre conflitos de interesse que cada membro preencheu.
Ainda não está claro se a agência sabia dos conflitos dos quatro membros. Três deles disseram que a ligação com a Bayer, fabricante das pílulas, não influenciou seus votos. A Bayer nega ter interferido no processo.
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