Para contraceptivo oral combinando com um estroprogestativo, as melhores opções são etinilestradiol + levonorgestrel (MICROVLAR, CICLO 21) ou etinilestradiol + noretisterona.
Estroprogestativos podem variar combinando com etinilestradiol: levonorgestrel, noretisterona ou norgestrel na contracepção padrão; gestodeno, desogestrel ou norgestimato nos anticoncepcionais de terceira geração, ou ciproterona, clormadinona e drospirenona.
O risco de trombose venosa profunda (TVP) é maior com contraceptivos estroprogestativos. Ela varia de acordo com fatores de risco individuais (história pessoal ou familiar de TVP, obesidade, algumas doenças do sangue, etc), a duração do uso e da dosagem de etinilestradiol combinado e progestativos.
Em mulheres que não usam a pílula anticoncepcional, o risco de TVP é estimada entre 5 e 10 casos por 100.000 mulheres tratadas durante um ano. É em torno de 20 para as mulheres a tomar um contraceptivo oral que combina levonorgestrel ou noretisterona com menos de 50 mg de etinilestradiol e sobe para cerca de 30 a 40 com gestodeno ou desogestrel e 80 casos com ciproterona, é maior com drospirenona comparação com levonorgestrel.
Estes números confirmam que quando se trata de contracepção oral estroprogestativa, o etinilestradiol + levonorgestrel e etinilestradiol + noretisterona tem a melhor relação risco-benefício.
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