Para o doente crônico, nada contribui tanto para restaurar a saúde e a felicidade, como viver em meio ao atrativo ambiente do campo. Pode-se deixar sentar ou deitar aí o mais fraco enfermo, à luz do Sol ou à sombra das árvores. É-lhes necessário apenas erguer os olhos e ver ao alto a bela folhagem. Maravilham-se eles de que jamais tenham observado quão graciosamente a curvatura dos galhos, que formam um pálio vivo por sobre si, dá-lhes exatamente a sombra de que necessitam. Uma doce sensação de repouso e refrigério lhes sobrevém ao prestarem eles atenção à murmurante brisa. Os espíritos abatidos revivem. A energia exangue é renovada. Sem perceber, a mente torna-se calma, o acelerado pulso mais lento e regular. Quando os doentes ficam mais fortes, aventuram-se eles a darem alguns passos para colher algumas das mais belas flores - preciosos mensageiros do amor de Deus à Sua família aflita aqui embaixo.
E.G.W. C.S.S. PG 170 E 171