Mesmo a ficção que não contém nenhuma sugestão de impureza, e que visa ensinar excelentes princípios, é nociva.
Anima o hábito da leitura apressada e superficial, unicamente pela história. Tende assim a destruir a faculdade de pensar com coerência e vigor; incapacita a alma para contemplação dos grandes problemas do dever e do destino.
Alimentando o amor de mera distração, a leitura de ficção cria um desgosto pelos deveres práticos da vida.
E.G.W. C.B.V. PG 446 E 447